Páginas

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Postagem novembro




REFLEXÃO DA FAMILIA 07

16 16UTC NOVEMBRO 16UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
Rate This

Você ensina suas crianças a serem críticas?
Imagine a cena: a família inteira reunida na frente da tevê. Diferentes pessoas desfilam pela tela e você faz um comentário, “Esse cara tem um cabelo engraçado.” Ou, “olha que roupa feia que ela está usando.” E por aí vai. Um pequeno comentário aqui… um pequeno comentário ali.
Bem, o que você está fazendo é mostrar à suas crianças que está certo criticar alguém por causa da maneira como eles aparecem. E ao mesmo tempo você está dando muito valor à aparência. Assim, na próxima vez que você tiver o impulso de comentar, lembre-se do ditado: “Se você não tiver algo agradável para dizer, não diga nada!”
Lembre-se, sua família em primeiro lugar!
Por Mark Merril / Tradução SergioBarros
(Respeite a autoria e as traduções dos textos)
ARQUIVADA EM FAMILIA
Para o Casal


16 16UTC NOVEMBRO 16UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
Rate This

Símbolo de Bodas: Para cada ano de casamento existe um símbolo. Você conhece o seu?
Todo casal precisa renovar constantemente seu compromisso assumido um com o outro, pois ele é essencial para que um casamento seja duradouro. O até que a morte nos separe implica em uma promessa de cuidar, amar e manter-se fiel ao cônjuge durante a vida toda. É preciso comemorar cada ano compartilhado. Abaixo segue uma relação de símbolos para cada ano de casamento.
01 ANO – PAPEL
02 ANOS – ALGODÃO
03 ANOS – COURO
04 ANOS – SEDA
05 ANOS – JADE / MADEIRA
06 ANOS – JACARANDÁ / FERRO
07 ANOS – PLATINA / LATÃO
08 ANOS – CORAL / COBRE
09 ANOS – OPALA / BRONZE
10 ANOS – PÉROLA / ESTANHO
11 ANOS – TOPÁZIO
12 ANOS – ÔNIX
13 ANOS – SAFIRA
14 ANOS – QUARTZO
15 ANOS – CRISTAL
16 ANOS – TURMALINA
17 ANOS – ÂMBAR
18 ANOS – ÁGATA
19 ANOS – ÁGUA-MARINHA
20 ANOS – HELIOTRÓPIO / PORCELANA
21 ANOS – ZIRCÃO
22 ANOS – LOUÇA
23 ANOS – MARFIM
24 ANOS – TURQUESA
25 ANOS – PRATA
26 ANOS – ALEXANDRITA
27 ANOS – CRISÓPRASO
28 ANOS – HEMATITA
29 ANOS – LÃ
30 ANOS – LÁPIS-LAZULI / PÉROLA
31 ANOS – NÁCAR
32 ANOS – PINHO
33 ANOS – CRISOLITA
34 ANOS – OLIVEIRA
35 ANOS – GRANADA / CORAL
36 ANOS – CEDRO
37 ANOS – AVENTURINA
38 ANOS – CARVALHO
39 ANOS – MÁRMORE
40 ANOS – BERILO / RUBI
41 ANOS – AÇO
42 ANOS – LINHO
43 ANOS – AZEVICHE
44 ANOS – CARBONATO
45 ANOS – ESMERALDA / SAFIRA
46 ANOS – ALABASTRO
47 ANOS – JASPE
48 ANOS – GRANITO
49 ANOS – PORCELANA
50 ANOS – OURO
51 ANOS – BRONZE
52 ANOS – ARGILA
53 ANOS – ANTIMÔNIO
54 ANOS – NÍQUEL
55 ANOS – AMETISTA / ESMERALDA
56 ANOS – MOLDAVITA
57 ANOS – ESTANHO
58 ANOS – VIDRO
59 ANOS – CEREJA
60 ANOS – RUBI / DIAMANTE
61 ANOS – COBRE
62 ANOS – TELÉSIO
63 ANOS – SÂNDALO
64 ANOS – FAVORITA
65 ANOS – FERRO
66 ANOS – ÉBANO
67 ANOS – NEVE
68 ANOS – CHUMBO
69 ANOS – MERCÚRIO
70 ANOS – VINHO
71 ANOS – TRIGO
72 ANOS – SARDÔNIX
73 ANOS – MOGNO
74 ANOS – CARVÃO
75 ANOS – DIAMANTE
76 ANOS – CERA
77 ANOS – PERFUME
78 ANOS – ROSAS
79 ANOS – VELUDO
80 ANOS – NOGUEIRA
ARQUIVADA EM DICAS
O que é ADULTÉRIO ?


16 16UTC NOVEMBRO 16UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
Rate This

O que é ADULTÉRIO ?
O adultério é expressamente proibido no sétimo mandamento, “Não adulterarás.” (Ex 20.14 e Dt 5.18)
Mas, o que é mesmo adultério?
A definição é claríssima: “Infidelidade conjugal; amantismo, prevaricação.”
O diabo tem investido alto na grande missão de tornar o adultério algo comum, normal, aceitável por todos. Veja-se, por exemplo, os filmes, programas e em especial as novelas nacionais, o adultério esta sempre presente; transmitindo uma imagem de correto ou de solução para problemas conjugais; a forma que é traçada as cenas, induzem aos telespectadores a aceitar e a torcer pelo casal adultero. É o diabo plantando no subconsciente coletivo a idéia desta prática, é lamentável, mas, tem sido muito bem sucedido em suas investidas.
No meio cristão, o adultério tem encontrado lugar, não é raro surgirem comentários estarrecedores desta prática em igrejas, abalando a boa moral da obra do Senhor.
O que leva o servo do Senhor a cair em tais situações?
A resposta mais acertada seria: “Falta de vigilância!”
O Senhor nos alerta a estarmos vigilantes: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” (Mt 26.41) O diabo está muito próximo (Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar. 1Pe 5.8), ávido por brechas através da quais acessa o homem e o influencia a agir segundo a carne. O Adultério tem sua principal causa na falta de vigilância, o pecado abre acesso para a ação maligna na vida.
Há inúmeros fatores que facilitam ao cônjuge permitir que pensamentos impuros surjam em suas mentes, quando alimentados produzem o ato.
Enumero algumas:
> Más companhias:
“Felizes são aqueles que não se deixam levar pelos conselhos dos maus, que não seguem o exemplo dos que não querem saber de Deus e que não se juntam com os que zombam de tudo o que é sagrado!” (Sl 1.1 NTLH)
É preciso que saibamos escolher as pessoas que vamos constituir como amigos. Jamais devemos criar laços de amizades com pessoas que reconhecidamente são indignas, e, que vivem segundo os impulsos deste mundo pervertido. Há um provérbio popular que exprime grande sabedoria e realidade, observe:
“Diga-me com quem andas e direi quem és!”
Quem são teus amigos? Companheiros? Confidentes? Conselheiros? Orientadores? Devemos possuir a mente de Cristo e apenas os cheios do Espírito Santo possui a mente de Cristo e estão aptos a serem o nosso próximo, muito próximos. É necessário que haja limites e discernimento no agir.
> Concupiscência dos olhos:
“Mas eu lhes digo: quem olhar para uma mulher e desejar possuí-la já cometeu adultério no seu coração.” (Mt 5.28 NTLH)
O Senhor Jesus falando às multidões faz referência ao adultério e foi taxativo ao afirmar: “Quem olhar uma mulher (homem) com desejo sexual, já adulterou com ela (ele)” este texto se aplica com o mesmo valor às mulheres.
Amados de Deus, se não tens estrutura suficiente para resistir aos desejos que surgem no interior, a melhor solução é evitar freqüentar determinados locais (praias, piscinas, etc). Jesus completa dizendo: “Portanto, se o seu olho direito faz com que você peque, arranque-o e jogue-o fora. Pois é melhor perder uma parte do seu corpo do que o corpo inteiro ser atirado no inferno.” (Mt 5.29 NTLH). Na realidade o Senhor não quer que você extirpe o olho, mas, que saiba usá-lo, que não seja instrumento de pecado. Se não tens força o suficiente, evite!
> Falta de sabedoria do cônjuge:
“Que os dois não se neguem um ao outro, a não ser que concordem em não ter relações por algum tempo a fim de se dedicar à oração. Mas depois devem voltar a ter relações, a fim de não caírem nas tentações de Satanás por não poderem se dominar.” (1Co 7.5 NTLH)
O sexo é uma prática que deve ser normal no seio do casamento, sua ausência por algum tempo, necessita do consentimento do cônjuge. Infelizmente, a falta de sabedoria tem encontrado lugar em muitas vidas e regras quanto à freqüência das relações sexuais são inventadas e determinadas como lei, a conseqüência é o surgimento de intrigas, que abrem brechas para a ação do maligno; este possui em suas mãos todo um universo de sexo a oferecer. Irmãos queridos ouçam as palavras ungidas do Apóstolo Paulo e deixem que o óleo do Espírito Santo seja derramado sobre vossas vidas.
A palavra adultério é usada também, figuradamente para exprimir a infidelidade do povo eleito para com Deus.
A pratica do sexo é restrita aos casais casados. Os solteiros que mantém uma vida sexual ativa estão em pecado e são destituídos da glória do Senhor.
O mandamento do Senhor para conosco é que sejamos santos! Firmes! (“Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis.” Ef 6.13) o suficiente para não sermos abalados por nada que se levante contra a vida, enquanto, passamos por esta terra. Os costumes comuns aos filhos dos homens, jamais deve, encontrar lugar na vida dos filhos de Deus.
“Em todas essas situações temos a vitória completa por meio daquele que nos amou. Pois eu tenho a certeza de que nada pode nos separar do amor de Deus: nem a morte, nem a vida; nem os anjos, nem outras autoridades ou poderes celestiais; nem o presente, nem o futuro; nem o mundo lá de cima, nem o mundo lá de baixo. Em todo o Universo não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor.” Rm 8.37-39
Elias R. de Oliveira
Fonte: Vivos
ARQUIVADA EM CASAMENTO
Brasileiros se casam menos, aponta IBGE


12 12UTC NOVEMBRO 12UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
Rate This
Resultado interrompe crescimento registrado nos últimos anos
Do R7Texto:
Publicidade
Os brasileiros casaram menos em 2009 em comparação ao ano anterior, segundo a pesquisa Estatísticas do Registro Civil, divulgada nesta sexta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). De acordo com o instituto, houve redução de 2,3% no número de casamentos entre pessoas com mais de 15 anos em relação a 2008.
O resultado interrompe uma tendência de alta registrada nos últimos anos. Desde 2000 o número de registros crescia no país, segundo o IBGE. Ainda de acordo com a pesquisa, o Acre é o Estado onde há mais casamentos.
O IBGE mostra que o número de casamentos nos quais a mulher é mais velha que o homem cresceu e chegou a 23% em 2009. Em 1999, este tipo de casamento chegava a 19,3% de todos os registrados no país.
No ano passado, mais homens solteiros casaram com mulheres divorciadas. Esse tipo de casamento representou 5,3% do total, sendo que em 1999 o índice era de 2,2%. Já o número de mulheres solteiras que casou com homens divorciados representou 7,2% do total de uniões – índice que era de 4,6% em 1999.
Confira também
Cai número de crianças sem registro
Maioria dos jovens têm morte violenta
Separações
Em 2009, houve 23 separações para cada 100 casamentos realizados. De acordo com o IBGE, a legislação mais rápida para oficializar o divórcio fez com que o índice de separações crescesse.
A idade média de divórcio é de 44 anos entre os homens e de 41 anos entre as mulheres. A maioria dos divórcios acontece entre casais sem filhos, seguido por casais com filhos com menos de 18 anos.
Fonte R7
ARQUIVADA EM CASAMENTO
A Familia

11 11UTC NOVEMBRO 11UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
1 Vote

Estamos vivendo uma época onde as famílias estão vivendo em uma torre de babel, os pais já não falam a mesma linguagem dos filhos.
Além disso a comunicação entre os membros da família esta sendo limitada em muitos lares. A verdade é que o inimigo, veio para matar roubar e destruir é esta é uma das armas a qual o inimigo tem utilizado, então não deixe que o seu lar seja destruido pela falta de comunicação, segue algumas coisas que arrebatam a comunicação na família:
Stress : Apesar do dia a dia ser stressante, tenha tempo para a comunicação entre família, não deixe que a agitação do dia e nervossimo do trabalho impeça o dialogo, separe um tempo para saber como foi o dia dos seus filhos e da sua esposa.
Você pode até questionar mas realmente não tenho tempo de sobra para conversa com os meus familiares. Porém se uma amiga que você não há ver a muito tempo liga para a sua casa, é capaz de deixar tudo o que esta fazendo para conversar e dar atenção para ela.
Então vamos refletir e pensar será que eu tenho valorizados outras coisas que eu jugo ser importante pelas que realmente são importantes.
Individualismo: Hoje dentro do lar estamos passando individualismo, total o filho não quer resolver conflitos da sua adolescente com os pais. Por esses moticos abre se uma brecha para destruição da família.
É como bíblia diz a tempo para tudo então tenha tempo para a sua família.
Postado: Sidnei Martins Micaff
ARQUIVADA EM FAMILIA
Pt investiu mais de R$ 100 mil em pesquisa sobre a descriminalização do aborto

11 11UTC NOVEMBRO 11UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS 1 COMENTÁRIO (EDITAR)
1 Vote
Descrimilizar o aborto tem sido uma das metas do PT
Publicado no Diário Oficial da União, segundo informações divulgadas pelo jornal Estado de São Paulo, o Ministério da Saúde do Governo Federal prorrogou o convênio com a Fundação Oswaldo Cruz para o projeto “Estudo e Pesquisa – Despenalizar o Aborto no Brasil”. O convênio, prorrogado até fevereiro de 2011, foi fechado no ano passado com a Fundação Oswaldo Cruz, do Rio, e faz parte do Grupo de Estudo sobre o Aborto, que reúne desde 2007 entidades civis dispostas a debater o assunto com o Executivo, o Judiciário e o Legislativo. O governo desembolsou, só para a Fiocruz, R$ 121 mil para incentivar a discussão.
O projeto apoiado pelo governo, segundo o próprio Diário Oficial, é chamado de estudo para “despenalizar” o aborto, ou seja, não aplicar pena às mulheres que adotam essa prática anti-vida, condenada por lei. O documento foi publicado no Diário Oficial do dia 04 de outubro.
Segundo dados do Ministério da Saúde, são cerca de um milhão de abortos clandestinos por ano. Uma em cada sete brasileiras de até 40 anos já interrompeu a gravidez. A curetagem após o aborto tem sido a cirurgia mais realizada no Sistema Único de Saúde, de acordo com estudo do Instituto do Coração, da Universidade de São Paulo.
Lembrando que para ser eleita, Dilma Rousseff, que sucederá Luis Inácio Lula da Silva, ambos do PT, assinou documento que se diz contra o aborto.
O aditivo do Termo de Cooperação foi publicado no diário oficial da União no dia 04/11/2010, com vigor até o dia 04/02/2011, e pode ser acessado aqui.
Deixe uma resposta
Clique aqui para cancelar a resposta.
Nome
E-Mail
Website
Publicidade
Recentemente Comentadas
Arquivos por Tag
Aborto brasil candidatos Chile com contato de Deus dilma Dilma Rousseff‏ do e eleição 2010 eleições 2010 em esporte Evangélicos futebol governador igreja Israel lar logo lula malafai Marina silva mineiros no numero Pastor pastor silas malafaia posiçao presidente Pt resgate senador Serra silas malafai Silas Malafaia turno vida web www.youtube.com zipgospel ‏José Serra
Entradas Recentes
Médico é preso acusado pelo crime de prática ilegal de aborto
Evo Morales promoveu o controle da natalidade como uma reclamação contra o West Indian
Fundação Rockefeller distribui vacina anti-fertilidade coordenada pela OMS
Pt investiu mais de R$ 100 mil em pesquisa sobre a descriminalização do aborto
Transtorno psíquico “burn out” ataca desiludidos com o próprio trabalho
Abortam-se fetos e não bebés
Papa prega a favor do casamento mesmo contra a oposição de gays e lésbicas
Países criticam fortemente tentativas de criar novo “direito” à educação sexual na ONU
A importância da família
Crianças que assistem muita TV possuem maior risco de pressão alta
ARQUIVADA EM ELEIÇÕES, FAMILIA
Divórcio: o escândalo da consciência evangélica



11 11UTC NOVEMBRO 11UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
Rate This
As familias estão sendo destruidas por leis que as conduzem ao suicídio
Nota: Albert Mohler é o presidente do Seminário Teológico Batista do Sul — a mais importante faculdade da Convenção Batista do Sul e um dos maiores seminários do mundo.
Quinta-feira, 30 de setembro de 2010 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) — Mark A. Smith, que ensina ciência política na Universidade de Washington, presta atenção ao que é comumente chamado agora de “guerra cultural” nos EUA. Embora as raízes desse conflito cultural remontem à década de 1960, a profunda divisão por causa de questões sociais e morais ficou quase impossível de negar durante o final da década de 1970 e desde então. É agora opinião geral falar de estados “vermelhos” e estados “azuis”, e esperar conhecidas linhas de divisão por causa de questões tais como aborto e homossexualidade.
No sentido mais geral, a guerra cultural se refere à luta para decidir leis e costumes em muitas questões morais e políticas que separam os americanos em dois acampamentos opostos, muitas vezes apresentados como a direita religiosa e a esquerda secular. Embora a verdade jamais seja muito simples, a realidade da guerra cultural é quase impossível de negar.
Entretanto, ao examinar as linhas de frente da guerra cultural, o Professor Smith ficou surpreso, não tanto pelas questões de polêmica e debate acalorado, mas por uma questão que não era tão óbvia por sua ausência — o divórcio.
“A partir da perspectiva da lógica simples, o divórcio se enquadra de forma nítida dentro da categoria de ‘valores da família’ e daí em hipótese poderia representar a força propulsora na guerra cultural maior”, comenta ele. “Se os ‘valores da família’ se referem à ética e conduta que afetam as famílias, então obviamente o divórcio cumpre os requisitos. Aliás, o divórcio parece carregar uma conexão mais direta com as realidades cotidianas das famílias do que carregam o aborto e a homossexualidade, que são as principais questões da guerra cultural”.
Essa lógica é uma acusação contra o fracasso evangélico e um escândalo monumental da consciência evangélica. Confrontados com essa acusação, muitos evangélicos rapidamente apontam para a adoção das chamadas leis de divórcio sem determinação de culpabilidade na década de 1970. Contudo, embora essas leis tenham sido devastadoras para as famílias (e principalmente para as crianças), Smith faz um argumento convincente de que os evangélicos começaram a se acomodar ao divórcio antes que essas leis tivessem entrado em vigor. As leis de divórcio sem determinação de culpabilidade refletiam simplesmente um reconhecimento do que já havia ocorrido. Conforme ele explica, os evangélicos americanos, junto com outros cristãos, começaram a mudar de opinião acerca do divórcio quando o divórcio ficou comum e quando o divórcio tinha chegado até às proximidades de seus lares.
Quando a direita cristã foi organizada na década de 1970 e solidificada na década de 1980, as questões do aborto e da homossexualidade estavam na atenção central de todos. Onde é que estava o divórcio? Smith documenta o fato de que organizações tais como a Moral Majority (Maioria Moral), que era “pró-família tradicional” e presidida pelo falecido Jerry Falwell, de modo geral não conseguiram nem mesmo mencionar a questão do divórcio em suas publicações e plataformas.
“Durante os 10 anos de sua existência, a organização de Falwell mobilizou e fez iniciativas de pressão em muitas questões políticas, inclusive aborto, pornografia, direitos gays, oração nas escolas, a Emenda de Direitos Iguais e a educação sexual nas escolas”, recorda ele. Onde está o divórcio — uma tragédia que afeta um número muito maior de famílias do que as questões mais “quentes”? A questão do divórcio não conseguiu alcançar essa posição elevada, obtendo uma classificação tão baixa na agenda da organização que os livros sobre a Maioria Moral nem mesmo dão à questão um verbete nos índices.
Mas o escândalo real é muito mais profundo do que a ausência da palavra divórcio nas listagens de índices. O escândalo real é o fato de que os evangélicos se divorciam em índices tão elevados quanto o resto do público. Não é necessário dizer que isso cria uma importante crise de credibilidade quando os evangélicos então se levantam para falar em defesa do casamento.
Quanto à questão do divórcio e direito público, Smith rastreia uma transição imensa no direito e no contexto cultural maior. Em tempos passados, explica ele, tanto o divórcio quanto o casamento eram considerados como assuntos de intenso interesse público. Mas em algum ponto, a cultura foi transformada, e o divórcio foi reclassificado como um assunto puramente pessoal.
Tragicamente, a igreja em grande parte seguiu o exemplo de seus membros e aceitou o que se poderia chamar de a “privatização” do divórcio. As igrejas simplesmente permitiram que uma cultura secular decidisse que o divórcio não é uma questão importante, e que é um assunto puramente particular.
Conforme argumenta Smith, a Bíblia condena o divórcio de modo bastante enérgico. Por esse motivo, o natural seria esperarmos ver evangélicos reivindicando a inclusão do divórcio numa lista de preocupações e objetivos centrais. Mas isso raramente ocorreu. Os evangélicos têm toda razão e merecimento quando reivindicam leis que defendam a santidade da vida humana. Mas isso não ocorre na questão do casamento. Smith explica que a inclusão do divórcio na agenda da direita cristã traria o risco de que os membros se afastassem em massa de suas igrejas. Em resumo, os evangélicos permitiram que a cultura da sociedade prevalecesse sobre a Palavra de Deus.
Uma tragédia ainda maior é o colapso da disciplina eclesiástica dentro das congregações. A maioria dos membros das igrejas simplesmente presume que há uma aparente “zona de privacidade”, e o divórcio é considerado apenas uma preocupação particular.
O Professor Smith está preocupado com essa questão como um cientista político. Por que os evangélicos americanos cedem com tanta facilidade desde que o divórcio acelerou nos EUA? Precisamos fazer essa mesma pergunta com urgência ainda maior. Como foi que o divórcio, tão claramente identificado como pecado grave na Bíblia, se tornou tão comum e aceito em nosso meio?
A santidade da vida humana é uma causa que exige nossa prioridade e sacrifício. O desafio que a possibilidade (ou probabilidade) da legalização do casamento de mesmo sexo representa exige nossa atenção e envolvimento também.
Mas o divórcio prejudica muito mais vidas do que serão tocadas pelo casamento homossexual. Crianças ficam sem pais, esposas sem maridos e lares são destroçados para sempre. Pais são separados de seus filhos, e o casamento é irreparavelmente arruinado quando o divórcio se torna rotina e aceito. O divórcio não é o pecado imperdoável, mas é pecado, e é um pecado que é condenado de forma bastante clara e forte.
Os evangélicos estão seriamente preocupados com a família, e tal preocupação é boa e necessária. Mas nossa credibilidade na questão do casamento sofre um rebaixamento significativo quando aceitamos o divórcio. Para nossa vergonha, a guerra cultural não é o único lugar em que um confronto real com a cultura do divórcio está ausente.
O divórcio é agora o escândalo da consciência evangélica.
Este artigo foi publicado com a permissão de AlbertMohler.com
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
ARQUIVADA EM CASAMENTO
A importância da família

11 11UTC NOVEMBRO 11UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
Rate This

Para Stephen Kanitz, nenhum sucesso profissional compensa o fracasso no lar. Articulista da revista Veja desde 1998, o consultor e conferencista, formado em Administração de Empresas pela Harvard, encontrou na vida familiar uma vocação pessoal. Aos 63 anos, 35 de casamento e 2 filhos, ele acaba de lançar o livro “Família Acima de Tudo” (editora Thomas Nelson) e conversou com o iG sobre a instituição mais criticada e mais fundamental da história humana: a família.
iG: A quem se dirige o livro?
Stephen Kanitz: Esse livro foi escrito para se dirigir a dois grupos: um é o do casal que está esperando um filho, o outro é para quem está pensando em se separar. Para o primeiro grupo, quero propor uma reflexão maior, algo como: o que você está fazendo quando está tendo filhos. As gerações de hoje pensam mais nisso, mas antigamente, era uma coisa natural, você se casava e tinha filhos, pronto. O livro explica porque é legal ter filhos. Para o segundo grupo, aquele em que um dos dois está pensando em se separar, quero lembrá-los de que eles não estão se separando só um do outro, mas também dos filhos.
Mas não tem como continuar ao lado da família separado da esposa?
Stephen Kanitz: Na realidade, não. O homem, por exemplo, que sai de casa e vê o filho só aos sábados e domingos não está presente. Pelo contrário, ele quer agradar e não fazer a parte do pai “chato”, aquele que estabelece limites para os filhos. Dessa forma, não há relação pai e filho que aguente. Você vai ter uma deterioração do relacionamento e acaba deixando de ser pai.
Existe um modelo de família que deve ser seguido?
Stephen Kanitz: Sim. A palavra família, do ponto de vista genético, remete às pessoas que compartilham genes. Famílias não-consanguíneas podem querer emular uma família – e podem ter sucesso. Mas o ideal que a natureza propõe, geneticamente, é que a gente tenha uma família consanguínea, pois pessoas que compartilham genes são mais colaborativas entre si.
Há uma receita de sucesso para a família?
Stephen Kanitz: No casamento, começa o sonho de toda mulher: “eu vou ter o meu par perfeito”. E o homem também imagina: “tenho uma mulher que me ama”. Mas o que na verdade o parceiro está procurando é um bom pai ou uma boa mãe para seus filhos. A qualidade que se devia procurar no seu par é a maternidade ou a paternidade, não a alma gêmea. O respeito, essencial para a vida a dois, vem quando você percebe o carinho que sua esposa tem com o filho – e vice-versa. Escolher a melhor mãe para o seu filho é melhor do que escolher a melhor mulher para você mesmo – e é uma forma de começar uma família de sucesso.
Vale a pena continuar um casamento infeliz pelos filhos?
Stephen Kanitz: No orkut, uma das comunidades mais tristes de se ler é a “Sou Filho de Separados”. Em uma pesquisa, percebi que nenhum deles queria a separação dos pais. Não é verdade que para as crianças é melhor ter os pais separados. As crianças querem a própria felicidade. Separar-se é trocar a sua felicidade romântica pela felicidade dos filhos.
As mudanças de trabalho na sociedade se refletem na família atual. Muitas mulheres se sentem divididas entre o trabalho e a maternidade. É possível conciliar os dois?
Stephen Kanitz: Há uma coisa que mudou nos últimos 50 anos e para a qual ninguém atentou. Hoje, a mulher pode viver até os 95 anos de idade, diferentemente do índice de décadas atrás, quando a expectativa de vida era de 62 anos. Então, surge uma coisa que ninguém discute: por que não se permite às mulheres ter filhos antes, por volta dos 25, quando ela está biologicamente preparada, e começar a carreira depois, a partir dos 35, quando está mais madura? O movimento feminista devia pensar em pressionar as empresas para mudar esta mentalidade.
Enquanto não é assim, para as mães que já tiveram seus filhos e também querem trabalhar fora, existe alguma maneira prática para tentar conciliar o trabalho e os filhos?
Stephen Kanitz: Existe: a internet. Na minha família, usamos o laptop na hora do almoço, conectados ao Skype, para almoçarmos juntos mesmo à distância. As empresas têm que parar com essa bobeira de não permitir o uso da internet no trabalho. Assim as mães podem estar junto dos filhos que estão no berçário a partir da mesa de trabalho, não o tempo todo, mas em pequenas intervenções importantes.
Quais as coisas que são mais importantes na vida em família?
Stephen Kanitz: Em primeiro lugar, estimular a autoestima dos filhos. Em segundo lugar, deixar os filhos opinarem nas decisões. E, por fim, não quebrar as promessas com as pessoas que mais amam você. Seu chefe vai te esquecer um mês depois de te mandar embora, mas seus filhos jamais te esquecerão.
Fonte :Ig
ARQUIVADA EM FAMILIA
O amor do casamento cristão



11 11UTC NOVEMBRO 11UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
Rate This

O casamento é uma vocação humana e divina, entendida como um chamado de Deus, que se transforma em sacramento de vida, em caminho de salvação e de santificação para o casal através de todos os dias da vida.
O sacramento do amor cristão não é um simples contrato de vidas entre um homem e uma mulher, mas uma opção de vida em que os noivos consagram seu amor diante de si, de Deus, da Igreja e da comunidade cristã. É uma vocação humana e divina. Vocação entendida como um chamado de Deus, que se transforma em sacramento de vida, em caminho de salvação e de santificação para o casal através de todos os dias da vida.
O amor entre um homem e uma mulher é compreendido como um chamado para viver e existir segundo a vocação de imagem de Deus no tempo. A partir de Cristo o amor dos casais é elevado à graça de sacramento, isto é, se transforma em fonte de santificação e de salvação na vida do homem e da mulher, um grande bem para a família, para os filhos e para toda comunidade cristã.
Para isto se faz necessário, antes de tudo, que o casal tenha a compreensão do valor e do sentido da vida humana, entendida sob os horizontes da fé cristã. Como criaturas humanas não somos apenas o resultado de um encontro circunstancial do espermatozóide com um óvulo, mas somos em primeiro lugar uma iniciativa de Deus que se tornou vida humana através do amor dos nossos pais. A Bíblia nos revela que Deus-Pai nos pensou desde sempre e para sempre. Em virtude dos méritos da redenção de Cristo fomos elevados à dignidade de filhos e de filhas de Deus, herdeiros e co-herdeiros da vida eterna. Somos em nossa natureza humana, filhos do tempo e herdeiros da eternidade.
Sem esta compreensão, do sentido e da razão maior da vida humana, o amor cristão entre um homem e uma mulher tem pouca solidez para sobreviver e se realizar através das exigências do existir a dois num mundo marcado pelo relativismo dos critérios do ter, do gozar e do consumir em detrimento dos valores do ético, do ser e do existir.
Os casais cristãos são assim, chamados a viver segundo sua vocação de imagens de Deus, que é um chamado e compromisso para toda vida através da vivência do amor mútuo, da partilha e da comunhão entre si, com os irmãos, com a criação e com o Deus Criador de tudo.
Somente assim o amor dos casais se transforma em fonte inesgotável de vida na família e um grande bem para toda a Igreja de Cristo.
Casar-se, portanto, é uma opção de vida, de vidas entre um homem e uma mulher, um chamado de Deus para toda vida, fonte de santificação e de salvação humana e divina.
Sem dúvida, o total desconhecimento por parte dos casais sobre o verdadeiro sentido e significado do matrimônio cristão é uma das maiores causas da fragilidade dos casamentos atuais e da pouca paciência familiar de nossos tempos.
Restituir o sentido do verdadeiro amor cristão aos casais at ravés de uma sadia evangelização é e deve ser uma das prioridades da missão da Igreja. Sem a compreensão deste amor os casamentos se esvaziarão, as famílias adoecerão e a Igreja e o próprio futuro da humanidade estarão seriamente comprometidos.
http://www.aisbrasil.org.br/index.php?option=com_k2&view=item&id=171:o-amor-do-casamento-crist%C3%A3o&Itemid=63
ARQUIVADA EM CASAMENTO
A NATUREZA MORAL DO HOMEM

5 05UTC NOVEMBRO 05UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
Rate This
O homem é uma criatura moral. Com isto queremos dizer que ele é responsável pelas suas ações. Isto é um dos sinais por que o homem se distingue da besta. O homem se constitui criatura moral por aquelas faculdades que o fazem responsável pelas suas ações. Essas faculdades são três:
I. INTELECTO
Intelecto é a faculdade da percepção ou pensamento. É o poder de o homem saber ou receber conhecimento. Sem isto o homem não seria uma criatura moral. Isto está ensinado por Jesus em João 9:41.
II. CONSCIÊNCIA
De um ponto de vista estritamente psicológico a consciência não é considerada como uma faculdade separada. Deste ponto de vista as três faculdades são intelecto, sensibilidade e vontade; sendo a consciência considerada como a ação combinada dessas três faculdades dando ao homem um senso íntimo de sua responsabilidade moral e julgando entre o bem e o mal. Todavia, a consciência pode, num sentido, ser considerado como uma faculdade, porque é poder da mente conhecer o bem e o mal e sentir-se obrigado a fazer o bem. Assim o juízo está envolvido na consciência. E a razão está envolvida no juízo.
Em suma, a consciência é o guia final do homem. Errôneo é fazer uma distinção entre seguir a própria consciência e seguir a Lei de Deus. A Lei de Deus não tem meio de nos alcançar exceto através da consciência. Quando fazemos o bem, só o pode ser como resultado de incitação da consciência, que obra segundo o padrão aceitado pela mente. Assim a consciência nos guia direito só em proporção à justeza do padrão que tivermos aceitado como nosso guia. Daí a necessidade de conhecimento correto da Palavra de Deus.
III. VONTADE
A vontade do homem está definida por A. H. Strong como “o poder da alma de escolher entre motivos e dirigir sua atividade subseqüente de acordo com o motivo assim escolhido, em outras palavras, o poder da alma de escolher tanto o fim como os meios de atingir o escolhido”. Diz o mesmo autor: “A escolha de um fim último chamamos preferência imanente; a escolha dos meios chamamos volição executiva”.
Como observamos em considerarmos a vontade de Deus, a vontade não é independente da natureza do seu possuidor. Não é, como fosse, um outro eu dentro de nós. O caráter da vontade é o caráter do indivíduo que a possui. A vontade é, simplesmente, um poder da alma.
Os atos da vontade são determinados por dois fatores: motivos e caráter. Usamos o termo “motivos” significando razões e induzimentos influenciando na direção de certos atos da vontade. Destes dois fatores, o caráter é o mais dominante, porque em todo ato da vontade fazemos escolha entre dois ou mais motivos e é o nosso caráter que determina que motivo escolhemos.
Todo ato da vontade é uma expressão de caráter em vista de motivos e todo ato da vontade tende a modificar ou confirmar o caráter. Isto explica porque uma dada escolha da vontade se torna mais fácil cada vez em que ela se faz.
A questão da liberdade da vontade do homem, sendo um assunto tão vasto, será tratada noutro capítulo.
Autor: Thomas Paul Simmons, D.Th.
Digitalização: Daniela Cristina Caetano Pereira dos Santos, 2004
Revisão: Charity D. Gardner e Calvin G Gardner, 05/04
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br
ARQUIVADA EM FAMILIA


Nenhum comentário:

Postar um comentário