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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Eleições 2010

DEIXE SEUS FILHOS ANTES QUE ELES O DEIXEM!

5 05UTC NOVEMBRO 05UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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PAIS: Pode levar anos para que seus filhos expressem sua gratidão por você tê-los deixado partir, mas eventualmente eles o farão.
Bruce Bickel e Stan Jantz
É importante preparar os filhos para abandonar o ninho com bastante antecedência, sendo você o primeiro a deixá-los. Não, você não vai abandoná-los ma soleira da porta de um desconhecido caridoso ( embora, algumas vezes, tenha vontade de fazer isso…). Você precisa se empenhar para edificar um espírito de independência nos seus filhos, algo como um andaime interior que os sustentará depois que o andaime externo do lar e da família for retirado. O andaime interior precisa ser erigido sobre o alicerce de DEUS e de sua Palavra. Ao ensinar e dar exemplo nas pequenas coisas do dia a dia, você está preparando melhor seus filhos ao longo do caminho.
Muitos pais acham que são “donos” dos filhos. Este conceito está muito longe da verdade. Os filhos são dádivas de DEUS entregues aos pais para serem alimentados e amados. Como Henri Nouwen escreveu, eles são “hóspedes” em nossa casa durante algum tempo, e o melhor que podemos fazer é ajudá-los a “crescer para a liberdade que lhes permite firmar-se sobre os próprios pés física, mental e espiritualmente, dando-lhes a possibilidade de seguir na direção que escolherem”.
E é verdade! Pense nos hóspedes que recebe em sua casa. Você não os trata como possessão sua. Faz o possível para melhorar a qualidade de suas vidas enquanto permanecerem ao seu lado. Você não os manda embora nem diz para ficarem para sempre em sua casa. Quando chega o momento de seus hóspedes partirem, você os despede em melhor condição do que quando chegaram, porque estiveram algum tempo sob seus cuidados.
Deixar seus filhos nada mais é do que deixá-los ir e entregá-los a DEUS. Se você assume essa atitude antes que eles o deixem, eles partirão com sua bênção, suas orações e seu amor.
Fonte: MfcFeliz
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MACEDO COMEMORA E ATACA MALAFAIA

5 05UTC NOVEMBRO 05UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Bispo diz que o Reino foi prejudicado e alerta para ecumenismo
Por: Redação Creio
A troca de farpas entre Silas Malafaia e Edir Macedo não teve fim, mesmo após a vitória de Dilma Rousseff nas urnas. Nesta quinta-feira, dia 04, o líder da Igreja Universal do Reino de Deus atacou, sem dizer nomes, Malafaia que apoiou declaradamente José Serra.
Com a mensagem “Ecumenismo Disfarçado” Macedo alerta que o mais prejudicado nas urnas foi o Reino de Deus. “A guerra das eleições acabou. Entre salvos e perdidos, o maior prejudicado foi o Reino de Deus. Isso porque se viu alguns líderes, supostamente convertidos, unindo-se de corpo, alma e espírito à liderança romana em favor do candidato das elites.
CUIDADO COM ECUMENISMO DISFARÇADO
A título de alerta, queremos chamar a atenção dos cristãos sinceros. Cuidado com o ecumenismo disfarçado!
A guerra das eleições acabou. Entre salvos e perdidos, o maior prejudicado foi o Reino de Deus. Isso porque se viu alguns líderes, supostamente convertidos, unindo-se de corpo, alma e espírito à liderança romana em favor do candidato das elites. Se tivessem se entregado ao Senhor Jesus da mesma forma como abraçaram a campanha política, jamais e em tempo algum se submeteriam a tamanha heresia.
A gravidade do problema não está apenas nos interesses pessoais, mas, colocá-lo acima dos interesses do Reino de Deus. O servo de Deus serve a Jesus, não a si mesmo. E, se alguém Me servir, o Pai o honrará. João 12.26. A pergunta que se faz agora, após os resultados da eleição é: cadê a honra dos profetas velhos?
Por conta da vocação, a obrigação do pastor é se sacrificar para conduzir seu rebanho aos pastos verdejantes. Essa é a nossa obrigação diante de Deus e do mundo; não abrir a porta do aprisco e conduzir as indefesas ovelhas para a matilha de lobos.
Posto que miríades de pessoas se aglomeraram, a ponto de uns aos outros se atropelarem, passou Jesus a dizer, antes de tudo, aos Seus discípulos: Acautelai-vos do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia. Lucas 12.1
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Confissões de um espectador de televisão

3 03UTC NOVEMBRO 03UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Bráulia Ribeiro
Será que um dia vamos enxergar o genocídio moral que deixamos a TV fazer conosco 24 horas por dia, sete dias por semana?
Vejo, desde a infância, atores arrancando as calças com furor para se entregar a alguma paixão no corredor, no quarto, na sala no escritório – e levantando no dia seguinte batendo a mão na testa, arrependidos e nus na cama, ao lado da pior pessoa possível ou de um ilustre desconhecido. Internalizei que paixões são impossíveis de se resistir. Qualquer beijo mais quente me leva para a cama. Não considero conseqüências. Calcinhas e cuecas devem necessariamente voar para todos os lados se estamos mesmo apaixonados, e nada no meu instinto animal está sujeito a algum tipo de julgamento moral de qualquer espécie. Qualquer maneira de amor vale a pena.
Sei também que uma família pobre feliz só pensa que é feliz porque ainda não lhe foi revelada a verdadeira origem do filho. Ele será filho de outra mulher que não a mãe, ou de outro homem que não o suposto pai, mas será herdeiro de uma grande fortuna, porque verdadeira felicidade só existe onde há dinheiro. Nesta nossa terra-padrão-global a pobreza é um mal intrínseco a ser extipado a qualquer preço. Vale tudo para escapar dela: ser gigolô, tornar-se prostituta, achar dinheiro e não devolver, matar – afinal, tudo não são coisas inerentemente ruins, basta ter um bom coração, apesar de tudo. A maior realização na vida é tomar boa champanha e comer caviar. Este alvo supremo deve ser perseguido acima de todos os outros. Risadas e harmonia só existe onde há um carro novo na porta. Na vila das classes baixas, só há donas de casa frustradas gritando com seus maridos e jovens lindas em profunda depressão que fariam qualquer coisa por fama e fortuna. Neste mundo, não existe honra, só a celebridade; não há moral, só a lei do Gerson, aquela de levar vantagem em tudo.
Aprendi depois de muitas novenas em frente à TV que as esposas aparentemente boas e fiéis são uma categoria em quem não se pode confiar. Um dia, elas sempre vão revelar quem realmente são: pessoas sem-caráter e trapaceiras, interessadas somente no dinheiro do marido. Sexo satisfatório, só fora de casa. Ficar em casa num domingo e comer macarronada com os filhos e a sogra é absolutamente desprezível. Se eu quiser ser realmente feliz, preciso estar em algum motel, badalando numa festa ou dando gargalhadas de curvar a cabeça numa mesa de bar, cercada de gente brindando sei lá ao quê. A família (aquela coisa de pai, mãe e filhos) é lugar apenas de tristeza, frustração, traições e ódios mútuos. Conforto e prazer, só na rua.
O antigo ditado “beleza não põe mesa” foi substituído por “beleza é fundamental” em todas as idades, todas as profissões, para toda a vida. Ai da feia! O feio até se dá bem sendo bandido, mas a feia… Garotas de 15 anos já devem se preocupar com plásticas e economizar dinheiro para um dia fazê-la, da mesma forma que, antes, fazia-se poupança para a faculdade. Amantes e prostitutas, elas sim são pessoas decentes. Sacrificaram tudo na vida pela profissão, ou pelo cuidado ao amante. As donas de bordel são sempre boazinhas e boazudas. E, claro – portam a verdadeira moral, são a bondade personificada, ajudando os pobres, mantendo a família. É gente que ama sem esperar nada de um homem só, enquanto praticam suas boas obras com todos os homens.
Mulheres lindas e mal-amadas sempre dormirão com vários homens e até farão filhos redentores e messiânicos com alguns dos parceiros que já foram grandes amores. Mas seu destino cruel é nunca formar família; afinal, família é maldição de pobre.
Fui condicionada a esperar sempre que homens sejam infiéis compulsivamente, porque “homem é assim mesmo”. Mas serão sempre fiéis a uma só mulher em seu coração. Percebo que alguns podem amar mais de uma de um jeito confuso. Mas todos os homens são irresistivelmente fogosos, e nunca usarão camisas, só jeans abaixo do umbigo. As moças, por sua vez, também apenas no sentido platônico, manterão um certo amor como o principal ­- mas, quem pode resistir a tantos peitos musculosos e abdômenes de jacaré?
Bandidos não haverá, ou se houver, serão sempre punidos – a não ser, é claro, os de colarinhos brancos. Nisso a realidade imita a ficção, e vice-versa. Além disto, os bandidos são facilmente reconhecíveis. Dica: são feios. É fácil percebê-los no meio da multidão de caras lindas. Ah, e tem os pobres, também. Desconfie sempre deles; geralmente, vão roubar seus filhos, ser coniventes com crimes ou armar estratagemas para lhe destruir por vingança, tudo por conta do que seu tataravô fez com eles no tempo da imigração italiana.
O fundo musical deste mundo, é claro, vai variar bastante, mas só a cada seis meses. Durante este período, a repetição maciça será inevitável. Mas se você sentir saudade das letras, não se preocupe – o tema não vai variar nunca, só o que muda é o ritmo. O tema será sempre eternamente a celebração do sexo.
Será que um dia vamos enxergar o que deixamos que a televisão fazer conosco 24 horas por dia, sete dias por semana, a gente se vendo por aí: o mais completo genocídio moral? Tudo a ver. Viramos uma grande e promíscua aldeia global.
Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/#ixzz14FwkgzhA
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1º Pronunciamento de Dilma Rousseff como presidente do Brasil.

3 03UTC NOVEMBRO 03UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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MALAFAIA LAMENTA VITÓRIA DE DILMA

3 03UTC NOVEMBRO 03UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Pastor da AD pede a população que ore pela presidente
Por: Redação Creio
O pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia, lamentou nesta segunda-feira, dia 1º, em seu twitter a vitória da petista Dilma Rousseff, à presidência da república. Malafaia defendeu Serra após deixar de apoiar Marina Silva.
Pelo twitter o assembleiano ao saber do resultado disse que tem a consciência limpa por ter contribuido para que ambos os candidatos à presidência se posicionassem a favor dos princípios cristãos. “Todos sabem que votei em Serra. Mas quem ganhou foi a Dilma. Como cristãos, só temos uma coisa a fazer: orar por ela (1 Tm2)”.
Malafaia durante a campanha ganhou destaque ao mudar seu voto de Marina Silva para José Serra, após a mesma, segundo ele, ter defendido um plebiscito para temas como aborto e maconha. “Segundo o documento q Dilma assinou, a PL 122 foi pro espaço e a legalização do aborto não será aprovada.Tem a hora de agir, que é votar, e a hora de orar, que é agora q o candidato já foi eleito”, lamentou.
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Reflexões da Família 09

3 03UTC NOVEMBRO 03UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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A emoção da vitória e a agonia da derrota
Certamente, eu tive momentos de desafios na educação de minhas três crianças.
Mas quando eu menos esperava, eu recebia a emoção de uma pequena mas significativa vitória.
Certa noite minha filha desobedeceu-me.
Eu já estava esperando por um: “Que foi que eu fiz?
Mas desta vez, ela disse: “Pai, eu sei que estou errada, quais serão as conseqüências?”
Quase desmaiei e acabou a braveza.
A emoção da vitória valeu o trabalho e a espera
Por Mark Merril / Tradução SergioBarros
(Respeite a autoria e as traduções dos textos)
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Paternidade a Busca de um Filho

1 01UTC NOVEMBRO 01UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Paternidade a Busca de um Filho
Bispa Lúcia Rodovalho
Um dos principais objetivos deste livro é apontar para reflexão e analise do cotidiano entre pais e filhos e sua repercussão familiar social.
Clique aqui e veja mais detalhes
ARQUIVADA EM DICAS
Carta a um solteiro (frustrado)

29 29UTC OUTUBRO 29UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Bello in Textos, Traduções
Owen Strachan
Caro solteiro (frustrado),
Olá. Bem-vindo a essa página particular. Tenho alguns pensamentos que preciso lhe contar. Tenho notado seu apuro, e quero lhe ajudar.
Nessa “peça”, quero fazer o papel do irmão mais velho para o mais novo (ou do melhor amigo para o amigo). A graça vinda de um irmão é fácil de esquecer, não é? Lembre quando seu irmão mais velho ou primo (ou amigo mais próximo) te chamou de canto após seu pai (ou uma figura autoritária) te acalmar e ter dito, “Ei, cara, tudo bem. Faça o que o Pai diz. E você ficará bem. Ajudarei você se precisar.” Então ele te deu um tapa nas costas e disse pra você ir brincar lá fora. Lembra da sensação? Foi poderosa. Foi restauradora. Colocou as coisas em perspectiva, te ajudou a ver que você ia ficar bem. Isso é o que eu espero fazer aqui. Não quero repetir o que o “Pai” diz – só estou chegando ao seu lado. Você vai entender o que eu digo em um minuto.
Problema do HomemOs homens atualmente estão em apuros. Muitos precisam de um grande desafio.
Muitos comentaristas evangélicos e, particularmente, “novos Calvinistas” estão notando problemas endêmicos da masculinidade moderna – Al Mohler, Mark Driscoll, Darrin Patrick e Rick Phillips, para citar alguns. Isso não poderia ser mais bem-vindo. Atualmente, os rapazes têm aprendido por inúmeras fontes e meios de comunicação que eles são idiotas, ignóbeis e inferiores às mulheres. Eles ficam com garotas, fogem da responsabilidade, só levam na brincadeira as coisas sérias, e geralmente negligenciam grandes oportunidades que surgem. As estatísticas relacionadas com as universidades, o casamento e a respeito da entrada e avanço no mercado de trabalho, oferecem testemunho ilimitado dessa realidade. Uma geração criada pela Maxim [N.T. – revista masculina com conteúdo sensual] vê as mulheres como conquistas e crianças como uma inconveniência. Uma geração devotada a Jackass [N.T. – programa de TV em que pessoas realizam vários atos insanos] encarna isso. Uma geração obcecada por fantasy football [N.T. – jogo “fantasioso” de futebol em que o jogador imagina ter um time irreal com jogadores reais, competindo entre si] se entrega a um mundo de fantasia, onde jogos e jogadores substituem liderança e busca real. Os homens estão em apuros, homens cristãos estão sendo vítima de muitas dessas pequenas coisas.
Então, deixemos tocar a buzina. Desafiemos garotos e homens a seguirem um caminho diferente. Modelando-os ao que devam ser. Mostremos a eles como viver por Cristo, e servir a família, a igreja e a sociedade. Em todos os aspectos.
Mas há um perigo em nossa situação atual. Correndo atrás da faixa de garotos e homens como um gracioso, porém destemido, sargento, podemos ignorar os bem-intencionados. Alguns caras ouviram o chamado; eles leram livros; eles foram às conferências. Eles realmente querem ser maridos, pais e líderes da igreja. Eles estão progredindo em todas essas áreas para atingir a maturidade. Em alguns casos, eles não foram bem treinados pelos pais; em alguns, eles nem tiveram pais. Qualquer que seja seu pano de fundo, eles ouviram o chamado e querem respondê-lo. Apesar do pouco ou pobre treinamento, eles estão empenhados em fazer de um jeito melhor. Eles querem se levantar, amar muito uma mulher, educar os filhos a conhecer o Senhor, e juntar-se a outros homens assumindo sob suas costas o trabalho do ministério. Eles se inscreveram, eles possuem o crachá, e eles estão ansiosos para começar.
Isto não é um abraço em grupoIsto não vai se transformar em algum tipo de chamada pseudo-psicológica para uma ternura pródiga e cuidado com o coração frágil. A vida é dura. É através da dificuldade que Deus faz crescer seu povo. Ser um jovem nunca foi fácil, e isso realmente não deveria ser fácil. A barra deve ser bastante elevada para que os jovens tenham que pular para alcançá-la. As coisas devem ser dessa forma não porque é divertido ser mau, mas porque atingir a maturidade, e, especialmente, a maturidade Cristocêntrica, é difícil. Manter-se fiel a uma mulher, prover para a família, esquecer a fadiga para cuidar da família e conduzi-la bem – estas são coisas difíceis. Elas pedem por preparação dura, para que – como na guerra – você não pense que as coisas serão fáceis
Mas nós precisamos lembrar que ser solteiro pode ser extraordinariamente difícil. Parece fácil em análise do ponto de vista de quem é casado. É engraçado como esquecemos o medo abjeto que vem com o risco de chamar uma garota para sair. É engraçado como esquecemos a sensação de “soco no estômago” quando ela diz não. Engraçado como esquecemos a luta com sentimentos de inadequação, desesperança e ansiedade. Tal como acontecem com todas as provações terrenas, essas lutas requerem a graça de Deus, o conselho e a bondade dos amigos, bem como a aceitação e o incentivo da igreja.
Não estou pedindo um movimento cristão, como um torque, em que qualificamos infinitamente nossos desafios, repreensões e chamadas proféticas. Também não estou sugerindo que os líderes cristãos anunciem que a maturidade masculina perdeu algo. Se você escutou ou leu a respeito dessas figuras citadas, você frequentemente encontrará ajuda e explicações sobre esse tema. Não tenho nenhuma desavença com esses homens. Tenho me beneficiado grandemente do seu ensinamento bíblico e considero isso pessoalmente fundamental. Eu acho que é desesperadamente necessário, mais até sobre o que estou escrevendo aqui. Mas com tudo dito, nós todos precisamos de encorajamento e esperança. Negar isso aos homens – especialmente aos solteiros frustrados que procuram coisas boas – seria cruel.
O que fazerAs mulheres precisam da mesma marca de conforto do que os homens. Isso não é exclusividade. Muitas jovens fazem seu caminho através da solteirice em silêncio e solidão. Mesmo chamando as jovens para a feminilidade bíblica e seus privilégios e responsabilidades, nós precisamos deixar claro que os cristãos solteiros são cidadãos do reino de pleno direito. Muitos de nós conhecemos jovens mulheres que almejam ser nada mais do que esposas e mães, mas que não tem, por qualquer razão, visto Deus fazer acontecer. A doutrina da providência é a resposta e o conforto nessas situações.
Tenho focado, porém, nos homens. Muito do tipo de encorajamento que sugeri como necessidade precisa chegar ao contexto da igreja local, e em particular através dos homens mais velhos e experientes, e alcançar os homens mais jovens. Existe uma carência desse tipo de atividade em muitas igrejas, e precisamos de uma recuperação de orientação e discipulado. O livro de Tito é pequeno, mas potente nesse ponto tanto para homens quanto para mulheres. Muito desse tipo de envolvimento relacional significa ajudar os jovens frustrados a pensar seriamente sobre a melhor forma de elaborar estratégias para a liderança. Em alguns casos, pode significar questionar – Como você está apresentando a si mesmo? Você pode crescer em habilidades de conversação? Por que rapazes que perguntam a garotas se elas consideram o casamento no primeiro encontro merecem um shoulder-punch [N.T. – golpe de artes marciais em que o oponente lhe atinge com o ombro em uma situação de surpresa]. Em outros, pode simplesmente significar os encorajar, lembrando-os da verdade bíblica, e escutar – sem questionar, mas escutar. Tudo isso ajudará o jovem a perceber que, embora a chamada audaz para a Maturidade Masculina seja absolutamente necessária, ela não deve ser entendida como uma condenação.
Em todas essas coisas, nós precisamos de uma ênfase na confiança em Deus, o Salvador e Pastor do seu povo. Isso é básico, mas essencial. Deus enviou seu Filho para a terra com a finalidade de salvar nossas almas perdidas. Essa é a nossa maior alegria. Toda pessoa, solteira ou casada, tem a oportunidade de participar no trabalho de promoção do evangelho, viver doxológicamente (em prece ou cântico cujo fim é glorificar a Deus) de tal forma que Deus é apresentado – em toda e qualquer época da vida – para que viver seja eminentemente mais valoroso do que sexo, dinheiro, status, sucesso, ou mesmo a família natural. O conforto com que esse Deus, esmagadoramente bom e gracioso, dirige todo e cada aspecto das nossas vidas, cada momento que passa, não é mera referência teológica, mas uma realidade bíblica de grandes conseqüências pessoais.
***************************************
Então, esse é meu caso, irmão solteiro. Se você puder imaginar isso, considere-me seu irmão e amigo. Não se preocupe acerca de todos esses conselhos. Aonde quer que você se ache, com qualquer esperança que você carregar, faça tudo que puder para atender ao chamado bíblico da maturidade masculina. Rejeite a cultura e as tentações. Imite seu Salvador. Procure por homens de Deus para lhe discipular. Se você perceber que não foi chamado para a solteirice (e alguns definitivamente são), considere o risco da rejeição. Continue empurrando o medo do passado. Continue servindo sua igreja fielmente. Ore de maneira forte. Despeje seus desejos ao Senhor. Confie n’Ele como tem feito. Nunca pare de confiar n’Ele.
A masculinidade é difícil; continue pressionando e tendo domínio – espiritual, físico, emocional – da sua vida e do seu mundo. Deus amou você; você ama Deus. Eu não sei o que Deus tem para você, mas eu sei que porque Ele é grande, e bom, e gracioso, você estará bem.
Chega de conversa. Você está pronto para ir lá fora?
Seu irmão, Owen.
Tradução: Dennis Nery| Revisão: Rafael Bello| iprodigo.com| original aqui
Fonte: iprodigo.com
ARQUIVADA EM FAMILIA, NAMORO E NOIVADO
Guerra de evangélicos por votos é destaque em mídia inglesa



29 29UTC OUTUBRO 29UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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MÍDIA
BBC
A BBC, principal grupo de comunicação da Inglaterra destacou em seu site hoje para a “guerra” travada pelos votos e apoio dos evangélicos.
A repórter Julia Dias Carneiro assina dois artigos sobre o tema. No primeiro, Eleição mobiliza pastores e divide fiéis após cultos no Rio, a repórter entrevista estudiosos do assunto. Selecionamos alguns trechos a seguir.
Para o sociólogo Paul Freston, que estuda o papel dos evangélicos na política desde os anos 1980, não existe um voto evangélico coeso. Uma coisa, diz ele, é o discurso de líderes evangélicos. Outra é examinar a maneira de o evangélico comum votar.
“Não é um voto de cabresto. Mesmo quando o pastor é candidato e toda a igreja é mobilizada para votar nele, há casos de derrota fragorosa. Os membros parecem estar obedientes, mas não estão. Estamos falando de pessoas que são cidadãos comuns, têm sua inserção na sociedade. Elas levam em consideração fatores pessoais, profissionais, de família, de classes”, enumera Freston, professor da Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo, e da Balsillie School of International Affairs, no Canadá.
Na opinião do sociólogo Alexandre Brasil Fonseca, se há coesão, ela vem não do fato de serem eleitores evangélicos, mas sim dos outros elementos que definem a identidade dos grupos – como origem social e capital cultural. “O espectro evangélico é amplo e inclui diversas tendências e opiniões”, diz Fonseca, diretor do Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde (Nutes), da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “O fato de os fiéis estarem numa igreja e falarem ‘amém’ para um pastor não deve ser visto como uma adesão integral.”
De acordo com levantamento do cientista político Antonio Lavareda, o segmento evangélico representa 25% do eleitorado brasileiro – cerca de 34 milhões de pessoas. E, na avaliação do pesquisador, a influência dos líderes religiosos sobre os fiéis é maior no caso dos evangélicos. “Pesquisas têm apontado que o contingente evangélico tem maior capacidade de ser influenciado pelos seus bispos e pastores do que o contingente dos católicos. Temos 62% do eleitorado se dizendo católico, mas padres e bispos da igreja estão longe de terem a influência que os pastores evangélicos têm”, compara o cientista político, que é especialista no estudo de processos eleitorais e foi consultor de comunicação nas candidaturas presidenciais de Fernando Henrique Cardoso.
Lavareda diz que a sociedade brasileira é eminentemente religiosa e que o circuito das igrejas sempre foi um instrumento fundamental nas agendas de campanhas. “Todos os candidatos precisam interagir com as igrejas, frequentar os templos, ser apresentados por padres e pastores aos eleitores. É um ingrediente típico na disputa”, afirma.
Na disputa presidencial deste ano, a aproximação com lideranças evangélicas foi uma das apostas das campanhas de Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), que procuraram participar de missas e cultos e tentaram se identificar como políticos que valorizam a fé. Ambas as campanhas contam com uma coordenadoria evangélica para dialogar com pastores e buscar apoio em diferentes igrejas. E temas como o aborto e o casamento homossexual se tornaram pontos sensíveis da campanha, com o segundo turno marcado por cobranças por um posicionamento claro sobre esses assuntos.
Na avaliação do diretor do Nutes, o posicionamento em relação a temas sensíveis pode ser decisivo para parte dos evangélicos. “Para este eleitorado, a questão moral tem significativo peso e centralidade na definição do voto.”
Já Paul Freston diz que, no Brasil, os eleitores não costumavam decidir o voto com base em uma única questão, ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos – onde é comum o chamado “single issue vote” (voto baseado em uma questão central). “No Brasil, historicamente, os evangélicos não votam assim, outras questões têm uma importância maior. Ainda é cedo para afirmar, mas isso pode estar mudando”, avalia o sociólogo.
“Influenciar uma disputa presidencial é mais difícil”, diz Freston. “Afinal, apesar de serem um grupo grande, os evangélicos são uma minoria. Neste ano, tivemos o caso da Marina Silva, a evangélica que chegou mais perto da Presidência até hoje, com quase 20% dos votos”, acrescenta o sociólogo. “O fato de ela ser evangélica teve impacto neste resultado. E ela foi discreta, não fez o mesmo uso eleitoral da identidade evangélica que o Garotinho fez em 2002.”
Os sinais de influência do voto evangélico em uma disputa presidencial já haviam aparecido em 2002, quando boa parte da votação para a candidatura do ex-governador do Rio Anthony Garotinho (na época, do PSB, e hoje no PR) foi atribuída ao apoio de fiéis evangélicos.
Segundo o cientista político Antonio Lavareda, uma pesquisa realizada dias antes do primeiro turno em 2002 indicou que o resultado do pleito poderia ter sido outro se os evangélicos fossem a maioria. “Garotinho tinha 42% da intenção de votos no segmento, o que o colocaria 15 pontos à frente de Lula, que tinha 27% dos votos do grupo”, cita o pesquisador.
Na segunda matéria, Eleição acirra debate sobre impacto do voto evangélico, ela faz outra abordagem , relatando sua visitas a igrejas e ouvindo pastores e féis;
A corrida pelo voto evangélico nas eleições deste ano mobilizou pastores de igrejas por todo o Brasil, mas fiéis que frequentam cultos no Rio de Janeiro dizem nem sempre seguir a orientação de seus líderes religiosos na hora de votar, embora admitam que temas sensíveis à religião influenciem a decisão.
Na Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADud), no município de São João de Meriti, o pastor Marcos Pereira entrou na campanha de Dilma Rousseff (PT) após apoiar Marina Silva (PV) no primeiro turno. “É lógico que, antes, eu preferi apoiar a Marina, porque ela é evangélica”, afirma Pereira. “Com isso, acho que agregamos pelo menos uns 80% dos votos da comunidade para ela. Agora, com a Dilma, creio que através da nossa pessoa ela consiga uns 3 milhões de votos. Vai balançar”, aposta o pastor, que é conhecido por seu trabalho com presidiários e se autointitula “o pastor que cuida de mendigo, encarcerado, drogado, crackudo”. A popularidade rendeu ao cantor Waguinho, ex-pagodeiro e parceiro de Pereira no trabalho social, mais de 1,3 milhão de votos na corrida para o Senado.
Já na Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no bairro da Penha, o pastor Silas Malafaia se declara pró-José Serra (PSDB) desde o início da disputa.Ele declara seu apoio a Serra não apenas aos fiéis que frequentam a sua igreja – no último domingo, eram mais de 2,5 mil pessoas reunidas em canto vigoroso – como também a seus seguidores no Twitter, aos telespectadores do programa Vitória em Cristo (transmitido por três emissoras de televisão) e a quem assiste a seus vídeos no YouTube. Em um deles, Malafaia comenta a postura de cada candidato em relação ao aborto e ao projeto de lei criticado pelos evangélicos por buscar criminalizar o preconceito contra homossexuais, entre outras minorias.
“Oriento os fiéis a avaliarem a proposta de cada candidato, no que ele acredita, com que está comprometido, o que quer para o Brasil. E repito sempre: ‘você é livre para votar em quem quiser, o pastor não é dono do seu voto. Não vai ter anjo na urna fiscalizando’”, diz Malafaia, que conta ter dedicado 30 de seus programas à conscientização sobre a importância de exercer a cidadania nas eleições.
Os temas do aborto e do casamento gay são citados por muitos fiéis como decisivos para suas escolhas.
Na igreja de Marcos Pereira, o motorista André Vidal, de 35 anos, conta que acabou de cumprir oito anos de prisão, se converteu evangélico há um mês e também mudou seu voto para Serra. Vidal diz que desistiu de votar na candidata do PT porque, em suas palavras, “no começo das eleições, ela estava querendo apoiar o aborto e o casamento de mesmo sexo”.
Apesar de o posicionamento político dos pastores ser conhecido, nem todos os fiéis seguem o mesmo caminho na hora de votar.
A manicure Mônica Lima dos Santos, de 43 anos, ainda não definiu seu voto, mas diz que “na hora, com certeza, a consciência vai pelos projetos, não tem nada a ver com religião”. “Religião é uma coisa, política é outra”, completa.
Na igreja de Malafaia, também há indecisos entre os fiéis. O mecânico Josuel José, de 43 anos, diz que só vai decidir na hora do voto. “Aqui as pessoas são livres para votar. Claro que procuram ter informações no meio para decidir, porque há confiança entre os fiéis. O pastor Silas conhece muita gente importante e dá um norte para a gente se orientar”, afirma.
Mesmo sem saber em quem vai votar, a desempregada Jacqueline Hollanda, 42 anos, afirma que a consciência política entre os evangélicos aumentou durante a campanha. “Antes, diziam que era pecado se envolver com política. Hoje, sabemos que é importante formar opinião como cidadãos e temos consciência de que podemos mudar a história da política”, afirma a fiel da igreja de Malafaia.
Fonte: Pavablog
ARQUIVADA EM ELEIÇÕES
Direto da floresta amazônica, o apóstolo e patriarca Renê Terra Nova fez um vídeo promocional para o candidato Serra. Destaco a sua fala inicial- Propostas de Serra para Região Norte.

29 29UTC OUTUBRO 29UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Direto da floresta amazônica, o apóstolo e patriarca Renê Terra Nova fez um vídeo promocional para o candidato Serra. Destaco a sua fala inicial:
Queria dirigir a palavra pra você sobre algumas coisas que você precisa abrir o seu entendimento como o meu entendimento também foi alcançado. Talvez eu possa lhe ajudar e talvez você possa me ajudar. Existem coisas da minha vida que eu tenho que você não tem. E tem coisas na sua vida que você tem e que eu não tenho, que podemos compartilhar um com o outro.
O líder religioso também aproveita para dar uma aula sobre a silvinita. Se você ainda não sabe o que é a silvinita, não perca tempo:

ARQUIVADA EM ELEIÇÕES


Whistler Blackcomb XXS 348 views06 Jan 11

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Postagem novembro




REFLEXÃO DA FAMILIA 07

16 16UTC NOVEMBRO 16UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Você ensina suas crianças a serem críticas?
Imagine a cena: a família inteira reunida na frente da tevê. Diferentes pessoas desfilam pela tela e você faz um comentário, “Esse cara tem um cabelo engraçado.” Ou, “olha que roupa feia que ela está usando.” E por aí vai. Um pequeno comentário aqui… um pequeno comentário ali.
Bem, o que você está fazendo é mostrar à suas crianças que está certo criticar alguém por causa da maneira como eles aparecem. E ao mesmo tempo você está dando muito valor à aparência. Assim, na próxima vez que você tiver o impulso de comentar, lembre-se do ditado: “Se você não tiver algo agradável para dizer, não diga nada!”
Lembre-se, sua família em primeiro lugar!
Por Mark Merril / Tradução SergioBarros
(Respeite a autoria e as traduções dos textos)
ARQUIVADA EM FAMILIA
Para o Casal


16 16UTC NOVEMBRO 16UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Símbolo de Bodas: Para cada ano de casamento existe um símbolo. Você conhece o seu?
Todo casal precisa renovar constantemente seu compromisso assumido um com o outro, pois ele é essencial para que um casamento seja duradouro. O até que a morte nos separe implica em uma promessa de cuidar, amar e manter-se fiel ao cônjuge durante a vida toda. É preciso comemorar cada ano compartilhado. Abaixo segue uma relação de símbolos para cada ano de casamento.
01 ANO – PAPEL
02 ANOS – ALGODÃO
03 ANOS – COURO
04 ANOS – SEDA
05 ANOS – JADE / MADEIRA
06 ANOS – JACARANDÁ / FERRO
07 ANOS – PLATINA / LATÃO
08 ANOS – CORAL / COBRE
09 ANOS – OPALA / BRONZE
10 ANOS – PÉROLA / ESTANHO
11 ANOS – TOPÁZIO
12 ANOS – ÔNIX
13 ANOS – SAFIRA
14 ANOS – QUARTZO
15 ANOS – CRISTAL
16 ANOS – TURMALINA
17 ANOS – ÂMBAR
18 ANOS – ÁGATA
19 ANOS – ÁGUA-MARINHA
20 ANOS – HELIOTRÓPIO / PORCELANA
21 ANOS – ZIRCÃO
22 ANOS – LOUÇA
23 ANOS – MARFIM
24 ANOS – TURQUESA
25 ANOS – PRATA
26 ANOS – ALEXANDRITA
27 ANOS – CRISÓPRASO
28 ANOS – HEMATITA
29 ANOS – LÃ
30 ANOS – LÁPIS-LAZULI / PÉROLA
31 ANOS – NÁCAR
32 ANOS – PINHO
33 ANOS – CRISOLITA
34 ANOS – OLIVEIRA
35 ANOS – GRANADA / CORAL
36 ANOS – CEDRO
37 ANOS – AVENTURINA
38 ANOS – CARVALHO
39 ANOS – MÁRMORE
40 ANOS – BERILO / RUBI
41 ANOS – AÇO
42 ANOS – LINHO
43 ANOS – AZEVICHE
44 ANOS – CARBONATO
45 ANOS – ESMERALDA / SAFIRA
46 ANOS – ALABASTRO
47 ANOS – JASPE
48 ANOS – GRANITO
49 ANOS – PORCELANA
50 ANOS – OURO
51 ANOS – BRONZE
52 ANOS – ARGILA
53 ANOS – ANTIMÔNIO
54 ANOS – NÍQUEL
55 ANOS – AMETISTA / ESMERALDA
56 ANOS – MOLDAVITA
57 ANOS – ESTANHO
58 ANOS – VIDRO
59 ANOS – CEREJA
60 ANOS – RUBI / DIAMANTE
61 ANOS – COBRE
62 ANOS – TELÉSIO
63 ANOS – SÂNDALO
64 ANOS – FAVORITA
65 ANOS – FERRO
66 ANOS – ÉBANO
67 ANOS – NEVE
68 ANOS – CHUMBO
69 ANOS – MERCÚRIO
70 ANOS – VINHO
71 ANOS – TRIGO
72 ANOS – SARDÔNIX
73 ANOS – MOGNO
74 ANOS – CARVÃO
75 ANOS – DIAMANTE
76 ANOS – CERA
77 ANOS – PERFUME
78 ANOS – ROSAS
79 ANOS – VELUDO
80 ANOS – NOGUEIRA
ARQUIVADA EM DICAS
O que é ADULTÉRIO ?


16 16UTC NOVEMBRO 16UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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O que é ADULTÉRIO ?
O adultério é expressamente proibido no sétimo mandamento, “Não adulterarás.” (Ex 20.14 e Dt 5.18)
Mas, o que é mesmo adultério?
A definição é claríssima: “Infidelidade conjugal; amantismo, prevaricação.”
O diabo tem investido alto na grande missão de tornar o adultério algo comum, normal, aceitável por todos. Veja-se, por exemplo, os filmes, programas e em especial as novelas nacionais, o adultério esta sempre presente; transmitindo uma imagem de correto ou de solução para problemas conjugais; a forma que é traçada as cenas, induzem aos telespectadores a aceitar e a torcer pelo casal adultero. É o diabo plantando no subconsciente coletivo a idéia desta prática, é lamentável, mas, tem sido muito bem sucedido em suas investidas.
No meio cristão, o adultério tem encontrado lugar, não é raro surgirem comentários estarrecedores desta prática em igrejas, abalando a boa moral da obra do Senhor.
O que leva o servo do Senhor a cair em tais situações?
A resposta mais acertada seria: “Falta de vigilância!”
O Senhor nos alerta a estarmos vigilantes: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” (Mt 26.41) O diabo está muito próximo (Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar. 1Pe 5.8), ávido por brechas através da quais acessa o homem e o influencia a agir segundo a carne. O Adultério tem sua principal causa na falta de vigilância, o pecado abre acesso para a ação maligna na vida.
Há inúmeros fatores que facilitam ao cônjuge permitir que pensamentos impuros surjam em suas mentes, quando alimentados produzem o ato.
Enumero algumas:
> Más companhias:
“Felizes são aqueles que não se deixam levar pelos conselhos dos maus, que não seguem o exemplo dos que não querem saber de Deus e que não se juntam com os que zombam de tudo o que é sagrado!” (Sl 1.1 NTLH)
É preciso que saibamos escolher as pessoas que vamos constituir como amigos. Jamais devemos criar laços de amizades com pessoas que reconhecidamente são indignas, e, que vivem segundo os impulsos deste mundo pervertido. Há um provérbio popular que exprime grande sabedoria e realidade, observe:
“Diga-me com quem andas e direi quem és!”
Quem são teus amigos? Companheiros? Confidentes? Conselheiros? Orientadores? Devemos possuir a mente de Cristo e apenas os cheios do Espírito Santo possui a mente de Cristo e estão aptos a serem o nosso próximo, muito próximos. É necessário que haja limites e discernimento no agir.
> Concupiscência dos olhos:
“Mas eu lhes digo: quem olhar para uma mulher e desejar possuí-la já cometeu adultério no seu coração.” (Mt 5.28 NTLH)
O Senhor Jesus falando às multidões faz referência ao adultério e foi taxativo ao afirmar: “Quem olhar uma mulher (homem) com desejo sexual, já adulterou com ela (ele)” este texto se aplica com o mesmo valor às mulheres.
Amados de Deus, se não tens estrutura suficiente para resistir aos desejos que surgem no interior, a melhor solução é evitar freqüentar determinados locais (praias, piscinas, etc). Jesus completa dizendo: “Portanto, se o seu olho direito faz com que você peque, arranque-o e jogue-o fora. Pois é melhor perder uma parte do seu corpo do que o corpo inteiro ser atirado no inferno.” (Mt 5.29 NTLH). Na realidade o Senhor não quer que você extirpe o olho, mas, que saiba usá-lo, que não seja instrumento de pecado. Se não tens força o suficiente, evite!
> Falta de sabedoria do cônjuge:
“Que os dois não se neguem um ao outro, a não ser que concordem em não ter relações por algum tempo a fim de se dedicar à oração. Mas depois devem voltar a ter relações, a fim de não caírem nas tentações de Satanás por não poderem se dominar.” (1Co 7.5 NTLH)
O sexo é uma prática que deve ser normal no seio do casamento, sua ausência por algum tempo, necessita do consentimento do cônjuge. Infelizmente, a falta de sabedoria tem encontrado lugar em muitas vidas e regras quanto à freqüência das relações sexuais são inventadas e determinadas como lei, a conseqüência é o surgimento de intrigas, que abrem brechas para a ação do maligno; este possui em suas mãos todo um universo de sexo a oferecer. Irmãos queridos ouçam as palavras ungidas do Apóstolo Paulo e deixem que o óleo do Espírito Santo seja derramado sobre vossas vidas.
A palavra adultério é usada também, figuradamente para exprimir a infidelidade do povo eleito para com Deus.
A pratica do sexo é restrita aos casais casados. Os solteiros que mantém uma vida sexual ativa estão em pecado e são destituídos da glória do Senhor.
O mandamento do Senhor para conosco é que sejamos santos! Firmes! (“Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis.” Ef 6.13) o suficiente para não sermos abalados por nada que se levante contra a vida, enquanto, passamos por esta terra. Os costumes comuns aos filhos dos homens, jamais deve, encontrar lugar na vida dos filhos de Deus.
“Em todas essas situações temos a vitória completa por meio daquele que nos amou. Pois eu tenho a certeza de que nada pode nos separar do amor de Deus: nem a morte, nem a vida; nem os anjos, nem outras autoridades ou poderes celestiais; nem o presente, nem o futuro; nem o mundo lá de cima, nem o mundo lá de baixo. Em todo o Universo não há nada que possa nos separar do amor de Deus, que é nosso por meio de Cristo Jesus, o nosso Senhor.” Rm 8.37-39
Elias R. de Oliveira
Fonte: Vivos
ARQUIVADA EM CASAMENTO
Brasileiros se casam menos, aponta IBGE


12 12UTC NOVEMBRO 12UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Resultado interrompe crescimento registrado nos últimos anos
Do R7Texto:
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Os brasileiros casaram menos em 2009 em comparação ao ano anterior, segundo a pesquisa Estatísticas do Registro Civil, divulgada nesta sexta-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). De acordo com o instituto, houve redução de 2,3% no número de casamentos entre pessoas com mais de 15 anos em relação a 2008.
O resultado interrompe uma tendência de alta registrada nos últimos anos. Desde 2000 o número de registros crescia no país, segundo o IBGE. Ainda de acordo com a pesquisa, o Acre é o Estado onde há mais casamentos.
O IBGE mostra que o número de casamentos nos quais a mulher é mais velha que o homem cresceu e chegou a 23% em 2009. Em 1999, este tipo de casamento chegava a 19,3% de todos os registrados no país.
No ano passado, mais homens solteiros casaram com mulheres divorciadas. Esse tipo de casamento representou 5,3% do total, sendo que em 1999 o índice era de 2,2%. Já o número de mulheres solteiras que casou com homens divorciados representou 7,2% do total de uniões – índice que era de 4,6% em 1999.
Confira também
Cai número de crianças sem registro
Maioria dos jovens têm morte violenta
Separações
Em 2009, houve 23 separações para cada 100 casamentos realizados. De acordo com o IBGE, a legislação mais rápida para oficializar o divórcio fez com que o índice de separações crescesse.
A idade média de divórcio é de 44 anos entre os homens e de 41 anos entre as mulheres. A maioria dos divórcios acontece entre casais sem filhos, seguido por casais com filhos com menos de 18 anos.
Fonte R7
ARQUIVADA EM CASAMENTO
A Familia

11 11UTC NOVEMBRO 11UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Estamos vivendo uma época onde as famílias estão vivendo em uma torre de babel, os pais já não falam a mesma linguagem dos filhos.
Além disso a comunicação entre os membros da família esta sendo limitada em muitos lares. A verdade é que o inimigo, veio para matar roubar e destruir é esta é uma das armas a qual o inimigo tem utilizado, então não deixe que o seu lar seja destruido pela falta de comunicação, segue algumas coisas que arrebatam a comunicação na família:
Stress : Apesar do dia a dia ser stressante, tenha tempo para a comunicação entre família, não deixe que a agitação do dia e nervossimo do trabalho impeça o dialogo, separe um tempo para saber como foi o dia dos seus filhos e da sua esposa.
Você pode até questionar mas realmente não tenho tempo de sobra para conversa com os meus familiares. Porém se uma amiga que você não há ver a muito tempo liga para a sua casa, é capaz de deixar tudo o que esta fazendo para conversar e dar atenção para ela.
Então vamos refletir e pensar será que eu tenho valorizados outras coisas que eu jugo ser importante pelas que realmente são importantes.
Individualismo: Hoje dentro do lar estamos passando individualismo, total o filho não quer resolver conflitos da sua adolescente com os pais. Por esses moticos abre se uma brecha para destruição da família.
É como bíblia diz a tempo para tudo então tenha tempo para a sua família.
Postado: Sidnei Martins Micaff
ARQUIVADA EM FAMILIA
Pt investiu mais de R$ 100 mil em pesquisa sobre a descriminalização do aborto

11 11UTC NOVEMBRO 11UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS 1 COMENTÁRIO (EDITAR)
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Descrimilizar o aborto tem sido uma das metas do PT
Publicado no Diário Oficial da União, segundo informações divulgadas pelo jornal Estado de São Paulo, o Ministério da Saúde do Governo Federal prorrogou o convênio com a Fundação Oswaldo Cruz para o projeto “Estudo e Pesquisa – Despenalizar o Aborto no Brasil”. O convênio, prorrogado até fevereiro de 2011, foi fechado no ano passado com a Fundação Oswaldo Cruz, do Rio, e faz parte do Grupo de Estudo sobre o Aborto, que reúne desde 2007 entidades civis dispostas a debater o assunto com o Executivo, o Judiciário e o Legislativo. O governo desembolsou, só para a Fiocruz, R$ 121 mil para incentivar a discussão.
O projeto apoiado pelo governo, segundo o próprio Diário Oficial, é chamado de estudo para “despenalizar” o aborto, ou seja, não aplicar pena às mulheres que adotam essa prática anti-vida, condenada por lei. O documento foi publicado no Diário Oficial do dia 04 de outubro.
Segundo dados do Ministério da Saúde, são cerca de um milhão de abortos clandestinos por ano. Uma em cada sete brasileiras de até 40 anos já interrompeu a gravidez. A curetagem após o aborto tem sido a cirurgia mais realizada no Sistema Único de Saúde, de acordo com estudo do Instituto do Coração, da Universidade de São Paulo.
Lembrando que para ser eleita, Dilma Rousseff, que sucederá Luis Inácio Lula da Silva, ambos do PT, assinou documento que se diz contra o aborto.
O aditivo do Termo de Cooperação foi publicado no diário oficial da União no dia 04/11/2010, com vigor até o dia 04/02/2011, e pode ser acessado aqui.
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A importância da família
Crianças que assistem muita TV possuem maior risco de pressão alta
ARQUIVADA EM ELEIÇÕES, FAMILIA
Divórcio: o escândalo da consciência evangélica



11 11UTC NOVEMBRO 11UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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As familias estão sendo destruidas por leis que as conduzem ao suicídio
Nota: Albert Mohler é o presidente do Seminário Teológico Batista do Sul — a mais importante faculdade da Convenção Batista do Sul e um dos maiores seminários do mundo.
Quinta-feira, 30 de setembro de 2010 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) — Mark A. Smith, que ensina ciência política na Universidade de Washington, presta atenção ao que é comumente chamado agora de “guerra cultural” nos EUA. Embora as raízes desse conflito cultural remontem à década de 1960, a profunda divisão por causa de questões sociais e morais ficou quase impossível de negar durante o final da década de 1970 e desde então. É agora opinião geral falar de estados “vermelhos” e estados “azuis”, e esperar conhecidas linhas de divisão por causa de questões tais como aborto e homossexualidade.
No sentido mais geral, a guerra cultural se refere à luta para decidir leis e costumes em muitas questões morais e políticas que separam os americanos em dois acampamentos opostos, muitas vezes apresentados como a direita religiosa e a esquerda secular. Embora a verdade jamais seja muito simples, a realidade da guerra cultural é quase impossível de negar.
Entretanto, ao examinar as linhas de frente da guerra cultural, o Professor Smith ficou surpreso, não tanto pelas questões de polêmica e debate acalorado, mas por uma questão que não era tão óbvia por sua ausência — o divórcio.
“A partir da perspectiva da lógica simples, o divórcio se enquadra de forma nítida dentro da categoria de ‘valores da família’ e daí em hipótese poderia representar a força propulsora na guerra cultural maior”, comenta ele. “Se os ‘valores da família’ se referem à ética e conduta que afetam as famílias, então obviamente o divórcio cumpre os requisitos. Aliás, o divórcio parece carregar uma conexão mais direta com as realidades cotidianas das famílias do que carregam o aborto e a homossexualidade, que são as principais questões da guerra cultural”.
Essa lógica é uma acusação contra o fracasso evangélico e um escândalo monumental da consciência evangélica. Confrontados com essa acusação, muitos evangélicos rapidamente apontam para a adoção das chamadas leis de divórcio sem determinação de culpabilidade na década de 1970. Contudo, embora essas leis tenham sido devastadoras para as famílias (e principalmente para as crianças), Smith faz um argumento convincente de que os evangélicos começaram a se acomodar ao divórcio antes que essas leis tivessem entrado em vigor. As leis de divórcio sem determinação de culpabilidade refletiam simplesmente um reconhecimento do que já havia ocorrido. Conforme ele explica, os evangélicos americanos, junto com outros cristãos, começaram a mudar de opinião acerca do divórcio quando o divórcio ficou comum e quando o divórcio tinha chegado até às proximidades de seus lares.
Quando a direita cristã foi organizada na década de 1970 e solidificada na década de 1980, as questões do aborto e da homossexualidade estavam na atenção central de todos. Onde é que estava o divórcio? Smith documenta o fato de que organizações tais como a Moral Majority (Maioria Moral), que era “pró-família tradicional” e presidida pelo falecido Jerry Falwell, de modo geral não conseguiram nem mesmo mencionar a questão do divórcio em suas publicações e plataformas.
“Durante os 10 anos de sua existência, a organização de Falwell mobilizou e fez iniciativas de pressão em muitas questões políticas, inclusive aborto, pornografia, direitos gays, oração nas escolas, a Emenda de Direitos Iguais e a educação sexual nas escolas”, recorda ele. Onde está o divórcio — uma tragédia que afeta um número muito maior de famílias do que as questões mais “quentes”? A questão do divórcio não conseguiu alcançar essa posição elevada, obtendo uma classificação tão baixa na agenda da organização que os livros sobre a Maioria Moral nem mesmo dão à questão um verbete nos índices.
Mas o escândalo real é muito mais profundo do que a ausência da palavra divórcio nas listagens de índices. O escândalo real é o fato de que os evangélicos se divorciam em índices tão elevados quanto o resto do público. Não é necessário dizer que isso cria uma importante crise de credibilidade quando os evangélicos então se levantam para falar em defesa do casamento.
Quanto à questão do divórcio e direito público, Smith rastreia uma transição imensa no direito e no contexto cultural maior. Em tempos passados, explica ele, tanto o divórcio quanto o casamento eram considerados como assuntos de intenso interesse público. Mas em algum ponto, a cultura foi transformada, e o divórcio foi reclassificado como um assunto puramente pessoal.
Tragicamente, a igreja em grande parte seguiu o exemplo de seus membros e aceitou o que se poderia chamar de a “privatização” do divórcio. As igrejas simplesmente permitiram que uma cultura secular decidisse que o divórcio não é uma questão importante, e que é um assunto puramente particular.
Conforme argumenta Smith, a Bíblia condena o divórcio de modo bastante enérgico. Por esse motivo, o natural seria esperarmos ver evangélicos reivindicando a inclusão do divórcio numa lista de preocupações e objetivos centrais. Mas isso raramente ocorreu. Os evangélicos têm toda razão e merecimento quando reivindicam leis que defendam a santidade da vida humana. Mas isso não ocorre na questão do casamento. Smith explica que a inclusão do divórcio na agenda da direita cristã traria o risco de que os membros se afastassem em massa de suas igrejas. Em resumo, os evangélicos permitiram que a cultura da sociedade prevalecesse sobre a Palavra de Deus.
Uma tragédia ainda maior é o colapso da disciplina eclesiástica dentro das congregações. A maioria dos membros das igrejas simplesmente presume que há uma aparente “zona de privacidade”, e o divórcio é considerado apenas uma preocupação particular.
O Professor Smith está preocupado com essa questão como um cientista político. Por que os evangélicos americanos cedem com tanta facilidade desde que o divórcio acelerou nos EUA? Precisamos fazer essa mesma pergunta com urgência ainda maior. Como foi que o divórcio, tão claramente identificado como pecado grave na Bíblia, se tornou tão comum e aceito em nosso meio?
A santidade da vida humana é uma causa que exige nossa prioridade e sacrifício. O desafio que a possibilidade (ou probabilidade) da legalização do casamento de mesmo sexo representa exige nossa atenção e envolvimento também.
Mas o divórcio prejudica muito mais vidas do que serão tocadas pelo casamento homossexual. Crianças ficam sem pais, esposas sem maridos e lares são destroçados para sempre. Pais são separados de seus filhos, e o casamento é irreparavelmente arruinado quando o divórcio se torna rotina e aceito. O divórcio não é o pecado imperdoável, mas é pecado, e é um pecado que é condenado de forma bastante clara e forte.
Os evangélicos estão seriamente preocupados com a família, e tal preocupação é boa e necessária. Mas nossa credibilidade na questão do casamento sofre um rebaixamento significativo quando aceitamos o divórcio. Para nossa vergonha, a guerra cultural não é o único lugar em que um confronto real com a cultura do divórcio está ausente.
O divórcio é agora o escândalo da consciência evangélica.
Este artigo foi publicado com a permissão de AlbertMohler.com
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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A importância da família

11 11UTC NOVEMBRO 11UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Para Stephen Kanitz, nenhum sucesso profissional compensa o fracasso no lar. Articulista da revista Veja desde 1998, o consultor e conferencista, formado em Administração de Empresas pela Harvard, encontrou na vida familiar uma vocação pessoal. Aos 63 anos, 35 de casamento e 2 filhos, ele acaba de lançar o livro “Família Acima de Tudo” (editora Thomas Nelson) e conversou com o iG sobre a instituição mais criticada e mais fundamental da história humana: a família.
iG: A quem se dirige o livro?
Stephen Kanitz: Esse livro foi escrito para se dirigir a dois grupos: um é o do casal que está esperando um filho, o outro é para quem está pensando em se separar. Para o primeiro grupo, quero propor uma reflexão maior, algo como: o que você está fazendo quando está tendo filhos. As gerações de hoje pensam mais nisso, mas antigamente, era uma coisa natural, você se casava e tinha filhos, pronto. O livro explica porque é legal ter filhos. Para o segundo grupo, aquele em que um dos dois está pensando em se separar, quero lembrá-los de que eles não estão se separando só um do outro, mas também dos filhos.
Mas não tem como continuar ao lado da família separado da esposa?
Stephen Kanitz: Na realidade, não. O homem, por exemplo, que sai de casa e vê o filho só aos sábados e domingos não está presente. Pelo contrário, ele quer agradar e não fazer a parte do pai “chato”, aquele que estabelece limites para os filhos. Dessa forma, não há relação pai e filho que aguente. Você vai ter uma deterioração do relacionamento e acaba deixando de ser pai.
Existe um modelo de família que deve ser seguido?
Stephen Kanitz: Sim. A palavra família, do ponto de vista genético, remete às pessoas que compartilham genes. Famílias não-consanguíneas podem querer emular uma família – e podem ter sucesso. Mas o ideal que a natureza propõe, geneticamente, é que a gente tenha uma família consanguínea, pois pessoas que compartilham genes são mais colaborativas entre si.
Há uma receita de sucesso para a família?
Stephen Kanitz: No casamento, começa o sonho de toda mulher: “eu vou ter o meu par perfeito”. E o homem também imagina: “tenho uma mulher que me ama”. Mas o que na verdade o parceiro está procurando é um bom pai ou uma boa mãe para seus filhos. A qualidade que se devia procurar no seu par é a maternidade ou a paternidade, não a alma gêmea. O respeito, essencial para a vida a dois, vem quando você percebe o carinho que sua esposa tem com o filho – e vice-versa. Escolher a melhor mãe para o seu filho é melhor do que escolher a melhor mulher para você mesmo – e é uma forma de começar uma família de sucesso.
Vale a pena continuar um casamento infeliz pelos filhos?
Stephen Kanitz: No orkut, uma das comunidades mais tristes de se ler é a “Sou Filho de Separados”. Em uma pesquisa, percebi que nenhum deles queria a separação dos pais. Não é verdade que para as crianças é melhor ter os pais separados. As crianças querem a própria felicidade. Separar-se é trocar a sua felicidade romântica pela felicidade dos filhos.
As mudanças de trabalho na sociedade se refletem na família atual. Muitas mulheres se sentem divididas entre o trabalho e a maternidade. É possível conciliar os dois?
Stephen Kanitz: Há uma coisa que mudou nos últimos 50 anos e para a qual ninguém atentou. Hoje, a mulher pode viver até os 95 anos de idade, diferentemente do índice de décadas atrás, quando a expectativa de vida era de 62 anos. Então, surge uma coisa que ninguém discute: por que não se permite às mulheres ter filhos antes, por volta dos 25, quando ela está biologicamente preparada, e começar a carreira depois, a partir dos 35, quando está mais madura? O movimento feminista devia pensar em pressionar as empresas para mudar esta mentalidade.
Enquanto não é assim, para as mães que já tiveram seus filhos e também querem trabalhar fora, existe alguma maneira prática para tentar conciliar o trabalho e os filhos?
Stephen Kanitz: Existe: a internet. Na minha família, usamos o laptop na hora do almoço, conectados ao Skype, para almoçarmos juntos mesmo à distância. As empresas têm que parar com essa bobeira de não permitir o uso da internet no trabalho. Assim as mães podem estar junto dos filhos que estão no berçário a partir da mesa de trabalho, não o tempo todo, mas em pequenas intervenções importantes.
Quais as coisas que são mais importantes na vida em família?
Stephen Kanitz: Em primeiro lugar, estimular a autoestima dos filhos. Em segundo lugar, deixar os filhos opinarem nas decisões. E, por fim, não quebrar as promessas com as pessoas que mais amam você. Seu chefe vai te esquecer um mês depois de te mandar embora, mas seus filhos jamais te esquecerão.
Fonte :Ig
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O amor do casamento cristão



11 11UTC NOVEMBRO 11UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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O casamento é uma vocação humana e divina, entendida como um chamado de Deus, que se transforma em sacramento de vida, em caminho de salvação e de santificação para o casal através de todos os dias da vida.
O sacramento do amor cristão não é um simples contrato de vidas entre um homem e uma mulher, mas uma opção de vida em que os noivos consagram seu amor diante de si, de Deus, da Igreja e da comunidade cristã. É uma vocação humana e divina. Vocação entendida como um chamado de Deus, que se transforma em sacramento de vida, em caminho de salvação e de santificação para o casal através de todos os dias da vida.
O amor entre um homem e uma mulher é compreendido como um chamado para viver e existir segundo a vocação de imagem de Deus no tempo. A partir de Cristo o amor dos casais é elevado à graça de sacramento, isto é, se transforma em fonte de santificação e de salvação na vida do homem e da mulher, um grande bem para a família, para os filhos e para toda comunidade cristã.
Para isto se faz necessário, antes de tudo, que o casal tenha a compreensão do valor e do sentido da vida humana, entendida sob os horizontes da fé cristã. Como criaturas humanas não somos apenas o resultado de um encontro circunstancial do espermatozóide com um óvulo, mas somos em primeiro lugar uma iniciativa de Deus que se tornou vida humana através do amor dos nossos pais. A Bíblia nos revela que Deus-Pai nos pensou desde sempre e para sempre. Em virtude dos méritos da redenção de Cristo fomos elevados à dignidade de filhos e de filhas de Deus, herdeiros e co-herdeiros da vida eterna. Somos em nossa natureza humana, filhos do tempo e herdeiros da eternidade.
Sem esta compreensão, do sentido e da razão maior da vida humana, o amor cristão entre um homem e uma mulher tem pouca solidez para sobreviver e se realizar através das exigências do existir a dois num mundo marcado pelo relativismo dos critérios do ter, do gozar e do consumir em detrimento dos valores do ético, do ser e do existir.
Os casais cristãos são assim, chamados a viver segundo sua vocação de imagens de Deus, que é um chamado e compromisso para toda vida através da vivência do amor mútuo, da partilha e da comunhão entre si, com os irmãos, com a criação e com o Deus Criador de tudo.
Somente assim o amor dos casais se transforma em fonte inesgotável de vida na família e um grande bem para toda a Igreja de Cristo.
Casar-se, portanto, é uma opção de vida, de vidas entre um homem e uma mulher, um chamado de Deus para toda vida, fonte de santificação e de salvação humana e divina.
Sem dúvida, o total desconhecimento por parte dos casais sobre o verdadeiro sentido e significado do matrimônio cristão é uma das maiores causas da fragilidade dos casamentos atuais e da pouca paciência familiar de nossos tempos.
Restituir o sentido do verdadeiro amor cristão aos casais at ravés de uma sadia evangelização é e deve ser uma das prioridades da missão da Igreja. Sem a compreensão deste amor os casamentos se esvaziarão, as famílias adoecerão e a Igreja e o próprio futuro da humanidade estarão seriamente comprometidos.
http://www.aisbrasil.org.br/index.php?option=com_k2&view=item&id=171:o-amor-do-casamento-crist%C3%A3o&Itemid=63
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A NATUREZA MORAL DO HOMEM

5 05UTC NOVEMBRO 05UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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O homem é uma criatura moral. Com isto queremos dizer que ele é responsável pelas suas ações. Isto é um dos sinais por que o homem se distingue da besta. O homem se constitui criatura moral por aquelas faculdades que o fazem responsável pelas suas ações. Essas faculdades são três:
I. INTELECTO
Intelecto é a faculdade da percepção ou pensamento. É o poder de o homem saber ou receber conhecimento. Sem isto o homem não seria uma criatura moral. Isto está ensinado por Jesus em João 9:41.
II. CONSCIÊNCIA
De um ponto de vista estritamente psicológico a consciência não é considerada como uma faculdade separada. Deste ponto de vista as três faculdades são intelecto, sensibilidade e vontade; sendo a consciência considerada como a ação combinada dessas três faculdades dando ao homem um senso íntimo de sua responsabilidade moral e julgando entre o bem e o mal. Todavia, a consciência pode, num sentido, ser considerado como uma faculdade, porque é poder da mente conhecer o bem e o mal e sentir-se obrigado a fazer o bem. Assim o juízo está envolvido na consciência. E a razão está envolvida no juízo.
Em suma, a consciência é o guia final do homem. Errôneo é fazer uma distinção entre seguir a própria consciência e seguir a Lei de Deus. A Lei de Deus não tem meio de nos alcançar exceto através da consciência. Quando fazemos o bem, só o pode ser como resultado de incitação da consciência, que obra segundo o padrão aceitado pela mente. Assim a consciência nos guia direito só em proporção à justeza do padrão que tivermos aceitado como nosso guia. Daí a necessidade de conhecimento correto da Palavra de Deus.
III. VONTADE
A vontade do homem está definida por A. H. Strong como “o poder da alma de escolher entre motivos e dirigir sua atividade subseqüente de acordo com o motivo assim escolhido, em outras palavras, o poder da alma de escolher tanto o fim como os meios de atingir o escolhido”. Diz o mesmo autor: “A escolha de um fim último chamamos preferência imanente; a escolha dos meios chamamos volição executiva”.
Como observamos em considerarmos a vontade de Deus, a vontade não é independente da natureza do seu possuidor. Não é, como fosse, um outro eu dentro de nós. O caráter da vontade é o caráter do indivíduo que a possui. A vontade é, simplesmente, um poder da alma.
Os atos da vontade são determinados por dois fatores: motivos e caráter. Usamos o termo “motivos” significando razões e induzimentos influenciando na direção de certos atos da vontade. Destes dois fatores, o caráter é o mais dominante, porque em todo ato da vontade fazemos escolha entre dois ou mais motivos e é o nosso caráter que determina que motivo escolhemos.
Todo ato da vontade é uma expressão de caráter em vista de motivos e todo ato da vontade tende a modificar ou confirmar o caráter. Isto explica porque uma dada escolha da vontade se torna mais fácil cada vez em que ela se faz.
A questão da liberdade da vontade do homem, sendo um assunto tão vasto, será tratada noutro capítulo.
Autor: Thomas Paul Simmons, D.Th.
Digitalização: Daniela Cristina Caetano Pereira dos Santos, 2004
Revisão: Charity D. Gardner e Calvin G Gardner, 05/04
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br
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NÃO ACREDITO MAIS EM MEU MARIDO




23 23UTC NOVEMBRO 23UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS 1 COMENTÁRIO (EDITAR)
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Devemos aprender com Deus a perdoar as pessoas que pecam contra nós e nos fazem sofrer
Não acredito mais em meu marido Meu marido me traiu. Agora voltamos a viver juntos novamente. Só que não consigo acreditar nele. O que devo fazer? Estou cada vez mais sem saber como agir.
Resp: Deus conhece a traição! Entendo que a traição é um dos piores pecados que existe. Tão grave e tão doloroso é este pecado que o próprio Jesus nos afirma que, se passássemos por ele, teríamos o direito de repudiar o nosso cônjuge. Note que este é o único motivo justo, na opinião de Jesus para que o repúdio ocorra.
“Eu, porém, vos digo que todo aquele que repudia seu marido, a não ser por causa de infidelidade, a faz adúltera; e quem casar com a repudiada, comete adultério.” – mateus 5:32
Contudo, Deus foi traído pelo homem várias e várias vezes, e, ao invés de pedir ‘divórcio” do homem e deixá-lo perecer sozinho, Deus perdoou sempre e continua perdoando hoje quando nós ainda O traímos. Veja alguns versos onde o SENHOR compara a traição do Seu povo a traição de uma mulher a seu marido:
“Quando o Senhor falou no princípio por Oséias, disse o Senhor a Oséias: Vai, toma por esposa uma mulher de prostituição, e filhos de prostituição; porque a terra se prostituiu, apartando-se do Senhor.” – Oséias 1:2
“Não te alegres, ó Israel, não exultes como os povos; pois te prostituíste, apartando-te do teu Deus; amaste a pagã de meretriz sobre todas as eiras de trigo.” – Oséias 9:1
“Ainda veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem, faze conhecer a Jerusalém seus atos abomináveis; e dize: Assim diz o Senhor Deus a Jerusalém: A tua origem e o teu nascimento procedem da terra dos cananeus. Teu pai era amorreu, e a tua mãe hetéia. E, quanto ao teu nascimento, no dia em que nasceste não te foi cortado o umbigo, nem foste lavada com água, para te alimpar; nem tampouco foste esfregada com sal, nem envolta em faixas; ninguém se apiedou de ti para te fazer alguma destas coisas, compadecido de ti; porém foste lançada fora no campo, pelo nojo de ti, no dia em que nasceste. E, passando eu por ti, vi-te banhada no teu sangue, e disse-te: Ainda que estás no teu sangue, vive; sim, disse-te: Ainda que estás no teu sangue, vive. Eu te fiz multiplicar como o renovo do campo. E cresceste, e te engrandeceste, e alcançaste grande formosura. Formaram-se os teus seios e cresceu o teu cabelo; contudo estavas nua e descoberta. Então, passando eu por ti, vi-te, e eis que o teu tempo era tempo de amores; e estendi sobre ti a minha aba, e cobri a tua nudez; e dei-te juramento, e entrei num pacto contigo, diz o Senhor Deus, e tu ficaste sendo minha. Então te lavei com água, alimpei-te do teu sangue e te ungi com óleo. Também te vesti de bordados, e te calcei com pele de dugongo, cingi-te de linho fino, e te cobri de seda. Também te ornei de enfeites, e te pus braceletes nas mãos e um colar ao pescoço. E te pus um pendente no nariz, e arrecadas nas orelhas, e uma linda coroa na cabeça. Assim foste ornada de ouro e prata, e o teu vestido foi de linho fino, de seda e de bordados; de flor de farinha te nutriste, e de mel e azeite; e chegaste a ser formosa em extremo, e subiste até a realeza. Correu a tua fama entre as nações, por causa da tua formosura, pois era perfeita, graças ao esplendor que eu tinha posto sobre ti, diz o Senhor Deus. Mas confiaste na tua formosura, e te corrompeste por causa da tua fama; e derramavas as tuas prostituições sobre todo o que passava, para seres dele. E tomaste dos teus vestidos e fizeste lugares altos adornados de diversas cores, e te prostituíste sobre eles, como nunca sucedera, nem sucederá. Também tomaste as tuas belas jóias feitas do meu ouro e da minha prata que eu te havia dado, e te fizeste imagens de homens, e te prostituíste com elas; e tomaste os teus vestidos bordados, e as cobriste; e puseste diante delas o meu azeite e o meu incenso. E o meu pão que te dei, a flor de farinha, e o azeite e o mel, com que eu te sustentava, também puseste diante delas em cheiro suave, diz o Senhor Deus. Além disto, tomaste a teus filhos e tuas filhas, que me geraras, e lhos sacrificaste, para serem devorados pelas chamas. Acaso foi a tua prostituição de tão pouca monta, que havias de matar meus filhos e lhos entregar, fazendo os passar pelo fogo?” – Ezequiel 16:1-21
Já imaginou se seu marido, além de tê-la traído, ainda tivesse matado seus filhos, oferecendo-os no fogo a um deus estranho? Haveria possibilidade de perdoá-lo?
Mas Veja qual a atitude de Deus para aqueles que O traíram e traem ainda hoje:
“Porque o meu povo é inclinado a desviar-se de mim; ainda que clamem ao Altíssimo, nenhum deles o exalta. Como te deixaria, ó Efraim? como te entregaria, ó Israel? como te faria como Admá? ou como Zeboim? Está comovido em mim o meu coração, as minhas compaixões à uma se acendem. Não executarei o furor da minha ira; não voltarei para destruir a Efraim, porque eu sou Deus e não homem, o Santo no meio de ti; eu não virei com ira.” – Oséias 11:7-9
DEUS CONHECE O PERDÃO!
“porque eu sou Deus e não homem, o Santo no meio de ti; eu não virei com ira” !!
Apenas Deus pode perdoar assim! E apenas Deus pode transformar o seu coração para que você possa realmente perdoar sua esposa.
O perdão é exigido por Deus, para que também nós possamos ser perdoados.
“Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas.” – Mateus 6:14,15
Sabendo o quanto nós mesmos já pecamos contra Deus e dos pecados terríveis que já cometemos durante nossa vida, devemos aprender com Deus a perdoar as pessoas que pecam contra nós e nos fazem sofrer.
“pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniquidade nas regiões celestes.” – Efésios 6:12
Na verdade, seu marido pecou porque foi iludido, enganado pelo inimigo de nossas almas, Satanás, que busca nos destruir de todas as formas. Ele caiu em um erro, assim como nós muitas vezes caímos em erros que Satanás preparou para nos tentar e conseguir obter êxito.
Contudo, Deus olha nosso potencial! Deus não quer saber o quanto erramos, mas sim o quanto podemos ser fiéis no futuro. Demonstrando amor e compaixão, Deus nos ganha de verdade e passamos a ser tão fiéis que Satanás não consegue mais nos derrubar, pois então conhecemos o Amor que excede a todo o entendimento!!!
Assim, ore a Deus e peça que ELE lhe dê poder para perdoar seu marido
Fonte: Sexo Cristão
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Por que viver em harmonia no casamento?

19 19UTC NOVEMBRO 19UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Muitas orações não estão sendo atendidas porque há desarmonia conjugal
Viver no casamento de forma harmoniosa é um desafio para homens e mulheres. É um desafio porque homens e mulheres são muito diferentes. Por causa dessas diferenças é que muita gente já ganhou muito dinheiro escrevendo livros do tipo “Homens são de Marte e mulheres são de Vênus”, “Por que os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor”, “Os homens são ostras…as mulheres, pés-de-cabra”, e outros do gênero.
Na Bíblia, encontramos boas razões para maridos e esposas buscarem juntos a harmonia conjugal. A primeira delas está em 1 Pedro 3.7. No texto citado, Pedro, que experimentou os desafios do casamento, recomendou que os maridos procurassem viver com suas esposas com entendimento.
É um imperativo dado por Deus aos casais. Embora o texto seja dirigido aos maridos, se aplica da mesma forma às esposas. Os cônjuges, se desejam agradar a Deus, devem se esforçar para entender um ao outro no lar. Entender é sinônimo de compreender. Para compreender é preciso se esforçar, colocar-se no lugar do outro, é estudar o jeito de ser do outro. Não é uma tarefa fácil, mas possível.
A segunda razão para os casais buscarem a harmonia conjugal, além de ser um imperativo bíblico, tratase de um requisito para que as orações sejam ouvidas. No mesmo texto, Pedro escreve: “…para que as vossas orações não sejam impedidas”. Lembro-me de uma certa vez em que eu e mais dois amigos estávamos para fazer uma viagem até São Paulo. Antes de ligar o carro, meu amigo que estava ao volante pediu que meu outro amigo orasse. Ele começou a orar e logo interrompeu sua oração, dizendo que Deus não o ouviria porque tinha saído de casa brigado com a esposa. Ligou para a esposa, pediu perdão e depois recomeçou a orar.
Muitas orações não estão sendo atendidas porque há desarmonia conjugal. Viver em harmonia, com entendimento no casamento, é uma condição para Deus ouvir as orações do seu povo. Um marido ou uma esposa, ao participar das reuniões de orações, deve verificar se estão buscando juntos a harmonia, caso contrário Deus não os ouvirá.
O terceiro motivo para viver em harmonia no casamento está nos dois primeiros capítulos de Gênesis. Antes da queda, homem e mulher, marido e esposa, viviam em perfeita comunhão e entendimento. Não havia egoísmo, rixas nem contendas. Viver em comunhão no casamento é uma busca dos cônjuges ao projeto de Deus para a vida a dois. É uma tentativa de resgate do que existia no Édem antes da queda. É claro que aquele estado de perfeição não será jamais alcançado mas, em Cristo, casais podem viver de maneira harmoniosa e com entendimento e experimentar um pouco daquele estado.
Para se viver com entendimento no casamento é preciso alguns exercícios como, por exemplo, se colocar no lugar do outro, estudar, aceitar e saber conviver com seu temperamento. E, acima de tudo, pedir sabedoria a Deus para viver este imperativo no cotidiano da vida conjugal. É uma tarefa difícil, é verdade, mas possível. Possível porque Deus fez homem e mulher. Porque sua Palavra convoca os cônjuges a buscarem este ideal e porque o Espírito Santo de Deus pode e deseja orientar os casais nesse sentido.
Fonte: Click Família
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Encontro Campos do Jordão

19 19UTC NOVEMBRO 19UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Pastor Josué Gonçalves.

19 19UTC NOVEMBRO 19UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Terapeuta familiar, pastor sênior do Ministério Família Debaixo da Graça – Assembleias de Deus em Bragança Paulista – SP onde mora com a esposa, Rousemary, e os três filhos, Letícia, Douglas e Pedro. O pastor Josué é membro da CGADB – Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil e AEVB – Associação Evangélica Brasileira. Bacharel em teologia pelo IBAD – Instituto Bíblico das Assembleias de Deus, com especialização em aconselhamento pastoral e terapia de casais, exerce um ministério específico com famílias desde 1990. É conferencista internacional, tendo ministrado em todo o Brasil, e em países como, Japão, Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Portugal, Luxemburgo e Alemanha.
ESCREVENDO A VERDADE
A mais de 25 anos o pastor Josué Gonçalves dedica boa parte de seu tempo escrevendo. No início de seu ministério o pastor escrevia suas apostilas sobre missões, tema que ele ministra antes de começar a ministrar sobre família. Seu primeiro livro foi Aprenda a pregar, um livro que até hoje abençoa milhares de pessoas que tem o desejo de ministrar a Palavra de Deus. Hoje Josué Gonçalves tem mais 30 livros escritos e mais de 80 temas de DVD.

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Mulheres na liderança

18 18UTC NOVEMBRO 18UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Mulheres na liderança
Mulheres
Existe um fato concreto: as mulheres estão assumindo cada vez mais as funções de liderança tanto em cargos políticos, sociais, quanto religiosos. Estatísticas recentes no Brasil dizem que 60% das vagas nas universidades são ocupadas por mulheres. O tema liderança, contudo, está muito além da discussão de gênero. Mas o fato é que a projeção numérica aponta para um futuro mais ocupado pelas mulheres em posições de comando.
Em um sentido mais amplo, liderança pode ser definida como a capacidade de influenciar um grupo de pessoas. Chiavenato afirma que: “Liderança é uma influência interpessoal…na qual uma pessoa age de modo a modificar o comportamento de uma outra, de algum modo intencional…”. Nesta perspectiva é que analisaremos a liderança da mulher.
A mulher foi criada numa época em que o jardim já estava formado, o homem também já estava ali. Quando abriu os olhos pela primeira vez, ficou encantada com a beleza da natureza ao redor, seu interior já nascera voltado para o outro. A partir deste ambiente algumas características foram impressas: beleza, feminilidade, sensibilidade, emotividade, delicadeza, senso de observação, senso de estética, intuição, interesse relacional, habilidade verbal.
Por estas características distintas nós mulheres exercemos liderança de maneira peculiar. Priorizamos pessoas ao invés de coisas. Esta característica favorece o relacionamento interpessoal bem como o trabalho em equipe.
Como somos mais sensíveis ao outro nos envolvemos no dia-a-dia com as pessoas e com aquilo que as preocupam, facilitando um envolvimento mais pessoal e intenso. Somos mais detalhistas e ligadas à estética promovendo um ambiente mais bonito e aconchegante. Somos observadoras, assim, podemos elogiar com maior frequência. Nossa intuição aguçada nos faz tomar decisões de maneira mais subjetiva, usando muitas vezes o nosso coração.
Nossas emoções a flor da pele cativam as pessoas ao nosso redor. Temos uma facilidade maior em reconhecer nossos próprios erros. Claro que se uma ou muitas características forem exageradas teremos problemas sérios em nossa atuação como líder. Por nos envolvermos com o outro, não sabemos delegar; por sermos sensíveis e emotivas, não nos saímos muito bem nos momentos de pressão; e como gostamos de falar, caímos muitas vezes no erro de apenas discutir o problema ao invés de resolvê-lo.
No livro de provérbios, capítulo 31, dos versículos 10-31, encontramos a descrição da mulher exemplar. Em casa dá ordens as suas servas, educa seus filhos com amor, ensinando-os e corrigindo-os de maneira sábia. Fora de casa, decide o que comprar ou não, investe seu dinheiro para que dê lucro, administra seu comércio de forma lucrativa, promove trabalhos sociais, cuida de seus familiares, trata de assuntos de negócios. Este é um exemplo prático de mulher que exerce nitidamente vários papéis de liderança em diversos setores da vida. Esta somos nós hoje, ou pelo menos tentamos ser.
Nós mulheres nos assentamos na primeira fila dos bancos da escola da vida em nosso papel de mãe. Aprendemos na prática o conceito de liderança servil baseada no amor. Precisamos administrar a agenda, cuidar dos mantimentos, nos ocuparmos com a gestão das notas escolares, cuidados com a saúde, aparência, e tantas outras demandas que os filhos nos impõem. Ao final o sucesso será a geração de cidadãos responsáveis, éticos, determinados a conquistar e cumprir seu papel. Nossos filhos são a principal, mas não a única escola que exercemos liderança na prática. Além da casa, dos filhos e do marido, lutamos na esfera profissional e cuidamos de nossa cadeia de relacionamentos.
Sou casada há 22 anos, mãe de três filhos e médica pediatra há 17 anos. Há dois anos comecei meu ministério como pastora juntamente com meu marido. Agenda lotada, atribuições variadas, vida intensa. Acertos aqui, erros ali, concertos acolá. Neste começo de ministério me deparei com algumas situações interessantes.
No início percebi que as próprias mulheres tinham preconceito com a liderança feminina, com o tempo a resistência tem diminuído. Isto porque, quando ministramos a palavra, trazemos um ensino, oramos, aconselhamos, fazemos uma devocional, conduzimos uma reunião, em que muitas mulheres se identificam com os exemplos e com o estilo de linguagem, delicadeza, envolvimento emocional.
Muitos homens confiam e admiram mais algo proferido por uma mulher. Assim, concluo que, sem qualquer demérito aos homens, é necessário que mais e mais mulheres assumam seu papel de liderança!
Autora: Cibele Ribarolli Pereira Montosa
Fonte: http://www.institutojetro.com.br
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Pais, não irritem seus filhosPostado

16 16UTC NOVEMBRO 16UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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por Filipe Schulz in Textos, Traduções
Dave Bruskas
Existem dois textos no Novo Testamento que falam diretamente aos pais: Efésios 6.4 e Colossenses 3.21. Curiosamente, eles começam da mesma forma: “Pais, não irritem seus filhos”
Esse par de versos destaca a ameaça mais sérias que um pai cristão pode oferecer às suas crianças: provocá-los ou irritá-los ao ponto de desencorajá-las. Como pai, tenho descoberto dois caminhos que sou inclinado a andar quando irrito minhas quatro meninas: perfeccionismo e passividade.
PerfeccionismoEu desejo desesperadamente que as minhas garotas se tornem mulheres cristãs maduras. Quero que elas sejam mulheres que pensem, sintam, ajam e falem como Jesus.
Assim, eu irrito minhas filhas ao ponto de desencorajá-las quando espero que elas sejam perfeitas agora, com suas próprias forças, tentando sempre ir além do que podem.
Certa vez, em um jantar em família com um convidado, uma das minhas filhas reclamou do sabor da comida de uma forma extremamente desagradável. Eu nunca tinha ouvido ela usar aquela palavra que ela falou. Fiquei perplexo, minha esposa ficou constrangida, e o convidado apenas deu um sorriso amarelo. Ela então se desculpou de forma sincera e pediu perdão. Mas eu resisti. Queria que ela fosse castigada. Mas ela me lembrou, respeitosamente, que Jesus era mais que seu perdoador; ele era o próprio perdão. Eu estava tentado com muita força desencorajá-la, mas ela se recusou a se irritar.
A perfeição, no sentido de ser completamente como Jesus, é o objetivo final. Mas a perfeição nunca vem pelas nossas forças, nem é alcançada completamente nessa vida (1 João 1.8).
PassividadeO extremo oposto do perfeccionismo é a passividade. A passividade é a atitude fatalista: “Como é Jesus quem vai mudar o coração da minha filha, não há nada que eu possa fazer além de orar, assistir e esperar que o melhor aconteça”. Esse erro ignora completamente o mandamento aos pais em relação aos seus filhos em Efésios 6.4: “criem-nos segundo a instrução e o conselho do Senhor”. Esse é o outro lado da moeda da passividade: há muito o que fazer!
Tradicionalmente, eu levo cada uma das minhas filhas a um retiro espiritual de pai e filha no verão, quando elas estão mais ou menos entre a 5ª e a 6ª série. A mais nova já está começando a 7ª série, mas ainda não viajamos. Toquei nesse assunto outro dia, comentando que mais um verão havia passado, que estava triste, e que esperava que isso acontecesse em breve. Ela me respondeu: “Eu também estou triste, papai. Mas eu não posso dirigir, e eles não me deixam comprar passagens de avião sozinha. Só estou dizendo.” Ela estava certa. A viagem dependia completamente de mim, e a minha passividade em planejá-la estava desencorajando-a.
Pregando para mim mesmoSe eu quero ser o pai que Jesus me chamou para ser, de acordo com Colossenses 3.16, isso deve vir da Palavra de Cristo viva em mim. A tarefa mais importante que eu encaro diariamente ao criar minhas filhas é pregar o evangelho para mim mesmo, deixando para trás meus pecados de perfeccionismo e de passividade, e ao invés disso, confiando na obra perfeita de Jesus para alcançar perdão e obediência. Apenas assim eu deixarei de irritar minhas filhas ao ponto de desencorajá-las e começarei a ensiná-las nos caminhos do Senhor.
Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo.com
ARQUIVADA EM PAIS E FILHOS
Internet, Faça um Contrato Com Seus Filhos

16 16UTC NOVEMBRO 16UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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É preciso impor limites
Internet, Faça um Contrato Com Seus Filhos
Crianças e adolescentes precisam de autonomia e privacidade para brincar, estudar e realizar suas tarefas diárias, mas isto não significa que a participação e supervisão dos pais sobre as atividades dos filhos são dispensáveis. Quando o assunto é navegar na Internet o acompanhamento se torna quase que obrigatório. O maior problema é que, na maioria das vezes, os filhos estão na rede enquanto seus pais estão no trabalho ou quando os pais estão em casa estão não podem acompanhar os filhos. Para garantir uma navegação saudável você pode criar regras. Uma estratégia para criar regras e formular um contrato entre pais e filhos. Você pode fazer isto através de uma reunião familiar onde todos tenham oportunidade de expressar suas idéias e elaborar um acordo para utilização da Internet. Colocamos a sua disposição quatro pontos essenciais para formular um bom contrato.
1- Horário para acessar a rede
Especifique os dias e horários nos quais seus filhos poderão utilizar a Internet. Marque uma reunião com eles para juntos encontrar os dias e horários mais adequados. Na Internet existem conteúdos educativos e saudáveis, mas também pornografia e violência. Por isto, tente especificar dias e horários que você esteja em casa. Alguns provedores fornecem um serviço de relatórios onde é possível saber os dias e horários que o internauta acessou a Internet e, ainda, o tempo que permaneceu na rede. Fuja dos provedores de acesso gratuito pois a maioria deles não possui uma política de proteção à criança. Este serviço geralmente é oferecido por provedores de acesso pagos, que possuem ferramentas onde é possível controlar o conteúdo Se for necessário ajustar o orçamento para contratar um provedor de acesso, discuta com seus filhos a substituição de alguma atividade de lazer da família por um acesso de qualidade, com certeza vai fazer diferença na formação deles.
2- Histórico
Programas de navegação, como o Internet Explorer da Microsoft, por exemplo, possuem o recurso Histórico, que armazena por dias da semana os endereços das páginas visitadas pelo internauta. Estas informações podem ser apagada pelo usuário, mas combine com seus filhos que somente você poderá apagá-las. Desta forma você tem condições de saber quais as páginas por onde seus filhos navegam. Você pode utilizar este mesmo procedimento para os arquivos enviados à lixeira e para a relação exibida na pasta documentos do Menu iniciar do windows.
3- Salas de Bate-Papo
Estabeleça regras claras sobre o uso das salas de bate-papo. Converse sobre a importância de sempre falar a verdade. Muitos adolescentes adotam pseudônimos e conseqüentemente se apresentam nas salas de bate-papo como se fosse outra pessoa, este é o primeiro passo para assumir outra personalidade e proferir mentiras. Este tipo de comportamento é pecado. “Abomino e detesto a mentira; porém amo tua lei” (Salmo 119-163). Explique aos seus filhos os perigos de revelar informações pessoais para alguém que conheceu na Internet. Número de telefone, endereço da residência e o nome da escola não devem ser informados. Converse com seus filhos de modo que eles adquiram consciência de que as pessoas que conhecemos na Internet nem sempre são o que parecem ser e que na maioria das vezes não dizem a verdade. Eles precisam saber que uma atitude errada pode comprometer a vida de toda a família.
4- Correio eletrônico
Adote uma política para enviar e receber e-mails. Explique aos seus filhos que mensagens eletrônicas enviadas pela Internet (e-mails) podem extraviar-se e ser lidas por outras pessoas. Por isto, é importante evitar ao máximo enviar mensagem com informações pessoais. Fotos, por exemplo, não devem ser remetidas a desconhecidos. Dê preferência a programas de correio eletrônico, como por exemplo, o Outlook Express ou o Eudora e evite serviços de webmail. Os programas de correio armazenam informações importantes, mensagens recebidas e enviadas e que podem ser lidas sem necessariamente estar conectado à rede.
Monte seu contrato, imprima e peça para que seus filhos assinem. Desta forma você estará desenvolvendo um relacionamento saudável com eles e promovendo o fortalecimento da sua família. Deixe claro que é importante respeitar todos os itens do contrato. Se houver necessidade em abrir uma exceção, tenha certeza que é uma excelente oportunidade para uma reunião familiar para discutir o assunto.
Envie uma mensagem para nós contando sua experiência. Se for possível, envie seu modelo de contrato para que possamos publicar e ajudar outras famílias.
Fábio Nazareth
Fonte: Amor Conjugal
ARQUIVADA EM PAIS E FILHOS
PAI GROSSEIRO

16 16UTC NOVEMBRO 16UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Doutor Silmar Coelho responde a internauta sobre o tema
Dr. Silmar Coelho:
Bom dia!
Na sua lista de coisas a serem observadas e em outros livros que já li, fala que se um dos namorados não se dá bem com a própria família ou se a moça não tem um bom relacionamento com o pai, então ela não é uma boa candidata a um relacionamento feliz.
Tenho um pai que desde quando me entendo por gente ouço minha mãe reclamar dele. Ele é grosseiro com a minha mãe e sempre exaltou as pessoas de fora da família, renegando as de sua própria família. Assim que se casou, falou para minha mãe que não sabia porque havia casado, não é carinhoso e é egoísta. Tenho um irmão de personalidade fraca, que fora de casa todos acham que é simpaticíssimo. Como irmão mais velho do que eu, nunca cultivou comigo uma boa amizade. Sempre que apanhava na rua queria descontar em mim. Antes de noivar-se (sem ter condições financeiras) roubou a aliança da minha mãe para fazer as suas alianças de noivado, comprou seu carro com dinheiro da minha mãe, tem 11 anos de casado, todos vividos às custas da minha mãe, tendo a sua família morando na nossa casa.
Como o senhor pode ver, é muito difícil para mim, ter um bom relacionamento com meu pai e com meu irmão. Não estou me defendendo não. Estou apenas expondo o que se passa. Será que só tenho que perdoar, perdoar, perdoar?
Pelo visto, por causa destes relacionamentos quebrados, dos quais me considero vítima, não sou uma boa candidata ao casamento. Gostaria de saber a sua posição quanto a isto. Será justo, simplesmente generalizar, sem analisar particularidades?
Que Deus o abençoe,
Aurora de Abreu
Cara Aurora:
A Bíblia diz: “enquanto estiver em você tenha paz com todos os homens”.
Existem situações que não está em você ter a paz. Você já fez tudo e os outros continuam na mesma. No entanto, quando digo que temos que estar bem com a família é porque entendo que quando casamos, casamos com a família da pessoa amada. Problemas mal resolvidos trarão conseqüências para o casamento. Você pode ser uma ótima candidata à esposa mesmo com a família que você tem. No entanto, se você casar sem resolver estes problemas dentro de você mesma, dificuldades surgirão. Sua família pode ser problema e mesmo assim você viver bem com eles no que depender de você. Mas se você carregar mágoas, amarguras, e falta de perdão dentro de você, certamente estas coisas afetarão seu relacionamento.
Estar bem com a própria família não é dizer que eles são uns santos ou que você viva aos beijos e abraços com pessoas que vivem lhe magoando. Antes, é aprender a aceitar, a perdoar, a ser feliz independente do que eles dizem ou fazem, a ter um relacionamento com Deus acima de dissabores, a não ter vergonha deles ou esconder a família. Sua família pode ter um monte de problemas, mas não existe maneira deles não serem sua família. Quando você aprende a estar bem com eles, independente dos que eles lhe fazem, a vitória chega. Não e fácil eu sei. Seu pai pode ser egoísta, mas você não pode viver lhe acusando de egoísmo. Você não pode excluí-lo da sua vida como se ele não existisse. E seus filhos, o que você vai dizer para eles quando perguntarem pelo vovô?
Seja para o seu pai, tudo aquilo que você gostaria que ele fosse para você. É claro que você não deve permitir que seu irmão abuse ou magoe. Você não pode aceitar o que seu irmão faz com sua mãe. Mas, se suas atitudes criarem raízes de amargura em você mesma, certamente seu casamento será afetado. Excluí-los de sua vida não resolverá seus problemas. Sei de pessoas que têm famílias terríveis e mesmo assim vivem bem com elas.
Claro que você é uma vítima. Mas você não precisa ser a vítima. Você pode ser a abençoadora. A partir de você tudo pode mudar. Você pode e deve ser completamente sarada destes traumas familiares. Na verdade eles têm sido vítimas do Diabo, das circunstâncias, de situações mal resolvidas, do passado, e de não reconhecerem que são vítimas.
Quantas vezes deve-se perdoar um ofensor? Jesus disse: “não te digo que sete, mas setenta vezes sete”. Deus não se preocupa com quantas vezes perdoamos. Não é a quantidade que conta. O perdoar deve ser uma atitude constante. Pois é constante o perdão de Deus para conosco. A questão não é perdoar, perdoar, e perdoar. Ao aceitá-los como eles são, mesmo não concordando com suas atitudes; ao amá-los e entendê-los, passamos a viver bem. Seus erros nos entristecem, mas não nos fazem amargos. Suas atitudes nos magoam, mas não nos fazem magoar. Seus desvios de caráter não nos fazem agir do mesmo modo, não roubam a felicidade.
Você deve recusar-se a ser igual a eles, mas não condená-los. Você deve revelar amor, ser curada, feliz e bela. Como vê, viver bem com a família não é ter uma família perfeita. Não se torne igual a eles, mas não o julgue nem acuse. Respeite-os, não exponha seus problemas, nem os condene.
Existem pessoas que têm pais perfeitos e mesmo assim não vivem bem com eles, logo serão infelizes no casamento. Quando casamos, levamos para o novo relacionamento o que somos e a herança dos nossos relacionamentos antigos. Problemas mal resolvidos ou amarguras, certamente afetarão o futuro. Em Cristo estas coisas podem ser resolvidas. Você não é obrigada a ser o que a sua família é. Não viva o tipo de vida deles. Chega de culpas e acusações. Não permita que as atitudes deles determinem as suas atitudes. Se assim acontecer a pessoa amada será infeliz, pois você também estará infeliz.
Espero ter-lhe ajudado.
No amor de Cristo
Dr. Silmar Coelho
Fonte: SilmarCoelho.com.br
ARQUIVADA EM FAMILIA, PAIS E FILHOS
A FAMÍLIA

16 16UTC NOVEMBRO 16UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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O ambiente da família é o mais apropriado para a adoração a Deus
“…Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15)
…A família que adora a Deus é base segura para a vida moral e espiritual do mundo
Cerca de 474 vezes, na Bíbila é mencionada a família, quase sempre relacionada com o chefe da mesma, por exemplo: a família de Rúben, a família de Elimeleque, etc. Além destes destaques, em muitas outras ocasiões ocorrem referências à família designada por casa ou geração – a casa de José, a geração de Terá.
DEFINIÇÃO DE FAMÍLIA –
O que é família? a família não é um grupo de pessoas rivais alheias aos interesses umas das outras. Em termo de unidade, é o conjunto de todas as pessoas presentes, que vivem sob o mesmo teto, sob a proteção ou dependência do dono de casa ou chefe da família, que vivem na intimidade da lar, que se comunicam, que se amam e se ajudam reciprocamente.
OS FILHOS SÃO HERANÇA DO SENHOR –
Os filhos são dados por Deus. Os pais devem esperá-los na expectativa de conforto, e não de cruzes; de bênçãos, e não de peso. Satanás tem ganho terreno na guerra contra afamília. A ingratidão e rebelião dos filhos têm resultado na desafeição dos pais, a ponto de tentarem evitar filhos por meios prejudiciais à saúde, ou mesmo criminosos – o aborto por exemplo. Os crentes em Cristo, ao contrário, devem ter consciência de que os filhos não só lhes pertencem, mas também são filhos de Deus
TODA A FAMÍLIA NA CASA DE DEUS –
“Subiu aquele homem, Elcana, com toda a sua casa, a sacrificar ao Senhor o sacrifício anual e a cumprir o seu voto”. Compare Ec 5.4 . Deus tem planejado a salvação para toda a família. A promessa de Deus é: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa”(At 16.31)
ASPECTOS DO PLANO DIVINO PARA A FAMÍLIA –
Deus honra a nossa fé e o nosso ardente desejo de ver nossos filhos dedicados à Sua obra. Consideramos o seguinte:
a) deve ser do nosso reconhecimento que os filhos são rebentos dedicados a Deus, porque dele os recebemos. Também recordemo-nos de que estes pertencem ao Senhor por direito soberano, embora permaceçam conosco, para nossa alegria;
b)os filhos que entregamos a Deus podem ser considerados como a Ele emprestados. A isto Deus retribuirá com abundantes bênçãos. A mais disto, o êxito dos nossos filhos ao permanecerem firmes na fé e trilharem junto conosco os retos caminhos do Senhor, é sobremodo gratificante;
c)os filhos educados nos caminhos do Senhor podem aprender a adorar a Deus desde a infância, pois lemos: ” Samuel ministrava perante o Senhor, sendo ainda mancebo” (1Sm 2.18).
d)o ambiente da família é o mais apropriado para a adoração a Deus.
“Sujeitai tu e tua família a Deus, e tua casa encherá de maravilhas sem fim.”
Fonte: Pr. Francisco Ribeiro Novaes
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Pedabobos: Cérebros dos casais – JV na Estrada

16 16UTC NOVEMBRO 16UTC 2010 POR SIDNEI MARTINS DEIXE UM COMENTÁRIO (EDITAR)
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Peça produzida e escrita pelo Ministério Terra dos Palhaços, Jv na estrada SP escrita por Marcos Botelho e Calebe Ribeiro.

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